quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Parabéns para mim!

Além do telemóvel e do facebook que não param de apitar, acabei de receber isto no mail:




quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Feliz dia 7

Em muitas coisas sei que se nota que o tempo passou, mas o meu deslumbramento pela pessoa que és continua a ser o mesmo de há 14 anos!


I love you!

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Dia 1 de novembro!


No dia de todos os santos, um cântico que é uma oração a isso mesmo: ser santo!


Que importa, Senhor, Se é tão longe para mim a praia onde tenho de chegar, Se sobre mim levar pousada a clara luz do Teu olhar. Hoje te peço, Senhor, Para seres a luz que me ilumina Na plenitude da Tua luz divina. Luz terna e suave no meio da noite, Leva-nos mais longe. Não temos aqui uma morada permanente. Leva-nos mais longe, Luz terna e suave no meio da noite. Esquece, Senhor, Os meus passos mal andados, meu desamor, perdoa os meus pecados. Eu sei que vai raiar a madrugada e não me deixarás abandonado. Se Tu me dás a mão, Senhor, Meus passos serão firmes no andar. Leva-me mais longe para a Ti chegar. Luz terna e suave no meio da noite, leva-nos mais longe. Não temos aqui uma morada permanente. Leva-nos mais longe, Luz terna e suave no meio da noite.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

8/12

Não achei este livro nada de extraordinário...

A história até tinha potencial mas acaba por ser forçada e perder-se um pouco... Também ainda não li mais nenhum livro desta autora e nesse sentido é sempre mais difícil de fazer o julgamento.


Foi mais um na coleção!

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Fim de semana bom!

No sábado foi o casamento da Sara e do Luís 😎

A principio achei estranho convidarem-nos... conhecemo-nos há pouco tempo. Há empatia mas nada de MUITO extraordinário (achava eu)...

Foi um privilégio poder partilhar este dia com eles e com quem o partilhei.

A certeza de ver Deus nos muitos testemunhos que deram fez-me pensar várias vezes que quando crescer quero ser assim!

É bom existirem estes exemplos nas nossas vidas... para já, porque nos fazem ver e rever o que temos no presente, e depois porque estamos em constante em evolução e aproximar-nos de pessoas novas não é necessariamente esquecer as antigas.

O Luís e a Sara, mas mais o Luís, fez com que eu vivesse isso de uma forma muito clara... Numa atividade paroquial fizemos equipa duas vezes e o Luís fez com que me aproximasse do Ricardo, uma pessoa que conheço há mil anos mas que pouco me dizia...

Hoje, tenho mais amigos graças ao Luís, hoje estou mais rica porque partilhei um dia bonito, um testemunho de um sacramento onde Jesus está vivo e fico feliz por uma coisa: é que a Igreja está viva e não é só na minha paróquia ou só com as pessoas que me são próximas... a Igreja está viva por aí e é uma feliz Deuscidência, uma graça muito grande, podermos encontrá-la por aí!

A minha foto COR!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Rota diferente :)


Esta música é tão cheia de esperança!

Cantei-a no outro fim de semana, numa daquelas atividades que é claramente sinal da frase que ouvimos no The Voice no domingo:

"Quando Deus quer, ninguém atrapalha!"

Nem mais!

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Saudade!

Que palavra tão portuguesa!

Às vezes tenho saudades de vir aqui a este canto conversar...

Mas a maior parte das vezes, não consigo vir cá! 

É por coisas boas: vida cheia, cheia de filhos, cheia de trabalho! Vida!

Mas quando não venho aqui, às vezes, tenho saudades 😊


sábado, 8 de setembro de 2018

1 década!

São tantos ao ponto de voltarem a ser um só.
São 10 anos que é já 1 década!
Páro e penso que não tenho idade para estar casado há 10 anos, mas depois lembro-me desta fotografia e lembro-me de tudo o que já vivemos nestes 10 anos....

Ao longo destes 10 anos, houve tantos dias em que pensei nesta foto.
Já mudámos de casa, já mudámos as divisôes das casas, apareceram os filhos, mas a "casa" da fotografia continua a ser a nossa casa! Também ela já mudou... mas ainda... e sempre a nossa casa.

Os nossos amigos e família olham com ar alegre, orgulhoso, cúmplice para nós. Aumentámos os amigos, os que nos conhecem, os que nos querem bem, a família... a minha família já é tua e a tua é minha. Temos histórias em comum, partilhadas, vividas e cúmplices numa mistura de famílias e amigos cujo fim e início não interesa, porque são nossas.... para sempre nossas!

E o abraço!... Este abraço que é só um abraço e é O abraço. Todos os sonhos e os desejos do mundo, do nosso mundo, contidos naquele abraço. Tudo o que tinha sido dito e o que não tinha, mas que estava no coração um do outro e que nós sabíamos.
Quantos abraços destes se repetiram... Quanta coisa dita num abraço, que mostra quão sublime é o nosso Amor, num refúgio que acolhe, protege e envolve tornando num só aquilo que instantes antes eram dois!
Sempre e para sempre abraçados!

Tento recuar ao que sentia no momento do abraço e já se torna difícil por terem passado 10 anos. Quanta ingenuidade havia ao achar que tudo ia ser fácil... Não foi. Não tem sido. Mas tem sido imensamente mais arrebatador e mais feliz do que poderia esperar.

Lembro-me do desejo de partilharnos uma casa. O bom que era daí em diante sairmos juntos de casa, tomarmos o pequeno almoço juntos, enroscarmos os pés um no outro à noite, adormecermos abraçados, passarmos a tornar-nos uma só carne. Que bom que tem sido! Imensamente melhor do que a expetativa naquele abraço, que continua a ter a ingenuidade dos abraços que te dou diariamente de não saber o que ainda nos espera, mas de saber que se formos juntos vamos ultrapassar.

Hoje, pergutavam-me: devo dar-te os sentimentos ou os parabéns por estes 10 anos?

Sem hesitar, disse: os parabéns! Claramente os parabéns!

Sou uma pessoa muito mais feliz, muito melhor. Hoje eu sou muito mais eu, por todos os abraços que me tens dado, pelo que tens sido para mim e pelo que me tens levado a ser para ti!

Hoje, uma década depois, volto áquela Igreja e abraço-te porque sei que só no apoio um do outro seremos verdadeiramente felizes! De uma felicidade que não é alegria, mas é o sentir que estou no caminho certo, quando sorrio e quando choro, quando tenho saúde e quando estou doente.
Sempre e para sempre Feliz!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Dez anos! UAU!


Quando decidimos casar é para sempre!

E sempre é sempre, seja lá o que isso for!

Porque sempre é todos os dias, todas as horas e todos os minutos...

Quando acordamos e estamos despenteados ou quando calço saltos e me olhas de baixo a cima!

Sempre é quando estou no relax, a sorrir e quando histérica porque não encontro a chucha do miúdo...

Sempre é quando no trabalho consigo fazer tudo e também quando estou irritada porque tenho mil coisas pendentes.

Sempre é quando passamos um fim de semana sozinhos ou quando estamos todos sentados no chão da sala parecendo um acampamento cigano.

Sempre é quando todos temos saúde, mas também quando um de nós vai para o hospital com um dos miúdos ou quando tem dor de cabeça ou dor de dentes!

Sempre é o que tem sido nestes dez anos, o que agradeço a Deus todos os dias e o que desejo se repita por mais dez, mais vinte, mais trinta... para sempre!

Love you!




sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Santiago - vida normal

Hoje regressamos à vida normal!

Aos gritos das miúdas, ás rotinas normais... a partir de hoje já não há setas amarelas para seguir ( parece tão mais fácil quando é só procurar isso )...

O primeiro padre a quem disse que gostava de fazer o Caminho de Santiago deixou-me cheia de vontade de o fazer com ele... nao foi possível...

Mas se em muitos momentos da minha vida eu sinto a falta dele, das suas palavras... nesta peregrinação senti-o bem presente. Em muitos momentos e também nas palavras.

Trouxe-o comigo!

E ainda bem! Porque esta peregrinação far-me-á ver, entender e viver muitas coisas da minha vida de forma diferente ☺


Uma noticia boa nunca vem só

No dia em que chegámos a Santiago e estávamos bem contentes, fomos tios novamente!

Desejo que a vida da princesa Carolina seja um eterno desafio e alegria, tal como esta aventura para nós!

A caminho - Dia 6

Como já dissemos, este desejo começou a germinar em nós, mais ou menos, há um ano!
Desde aí ninguém soube que o íamos fazer. Só há muito pouco tempo é que 2 ou 3 pessoas o souberam, por questões logísticas.

À medida em que o tempo ia avançando e fomos aumentando os preparativos para a peregrinação, foi aparecendo o friozinho na barriga. A tentativa de certeza de que todos os pormenores estavam pensados (aqueles que eram necessários), a escolha do que era essencial para se levar e do que era acessório (o que por si só foi já uma descoberta e uma experiência) e tentar que pelo menos o espírito e a alma estavam prontos para o que íamos viver (já que o corpo sabíamos que não).

Queríamos fazer esta peregrinação em 5 dias porque mais o dia de viagem de ida e o dia de viagem de regresso são muitos dias sem vermos os nossos filhos (e para alguém cuidar deles!). E conseguimos, com a graça de Deus.

Se fosse agora faria algumas coisas de forma diferente. Além disso a primeira vez traz sempre o sabor da novidade, a ansiedade da incerteza e a vontade de querer ter a certeza de sermos capazes.
Quando repetimos uma experiência já não temos que provar nada a ninguém (principalmente a nós próprios) e isso permite-nos desfrutar das coisas com outra tranquilidade. Por este motivo, gostaria de repetir esta experiência... um dia. Porque nunca é repetida da mesma forma.

Durante estes dias "sobrevivemos" com pouco. Percebemos que somos capazes de sobreviver com pouco! E isso ajuda-nos a valorizar o muito que temos!!
Todos os sentidos ficam mais sensíveis: a água fresca sabe melhor. Uma salada deslavada, em meio de nenhures, sabe "pela vida". As vistas deslumbram-nos mais e enchem-nos da maravilha da criação. Vemos a alma dos que se cruzam connosco. Cada passo é sentido. E Deus está presente de forma visível.

Ao fazer a viagem de regresso de comboio, passo mais rápido pelas terras onde fico e ganho consciência que sozinho não teria conseguido percorrer este camin8ho, se Deus não me tivesse levado ao colo.
Fica esta sensação de nostalgia e de saudade.
Sei que daqui a uns dias ou semanas baralharei as terras onde estive e os lugares onde me sentei, porque o que ficará (o que sempre fica desta experiências intensas) sâo flashs, momentos de eternidade guardados no mais íntimo de nós: o sabor, uma gargalhada, um sorriso cúmplice, uma vista deslumbrante, uma troca de olhares, as pessoas conhecidas, a sensação de momentos especiais.
Quando falo de Taizé, das jornadas de Roma 2000, Colónia 2005, Madrid 2011, o que vem à memória é esta sensação de felicidade, presença de Deus e momentos de eternidade... como pequenos carimbos na alma que se guardarão para sempre.

O que importa não é ter chegado. É ter feito este caminho, que vejo pela janela do meu comboio!

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

A caminho - Dia 5

Ontem, por esta hora, o dia estava muito mais fechado e começou a chover! E choveu tanto durante a noite que ainda tememos que chovesse de dia.

Mas não. Começámos o dia só com muita humidade e muito frio. Mas é mais fácil de andar assim.
A meio do percurso acontece um fenómeno: faltam 6 kms e tal... e de repente voltam a faltar 7 kms e muito! Desmotiva... mas logo a seguir vemos as torres ao fundo!

Além disso, hoje já mais perto da cidade já havia muito menos setas. Vimos algumas pessoas com quem nos cruzámos.
Até que vimos "os nossos amigos" com quem fizemos parte do percurso ontem!
A alegria deles ao verem-nos é algo engraçado. Acabámos por fazer os últimos kms com eles, que nos ajudaram a chegar à catedral sem nos perdermos (uma vez que não havia setas).
E quantas vezes na vida é assim: pessoas que se cruzam na nossa vida, no nosso caminho, só sabemos o primeiro nome deles. Sabemos que já vieram a Santiago 3 vezes e não sabemos se os voltaremos a ver alguma vez.

Também no caminho da vida vamo-nos cruzando com pessoas que nos ajudam a atingit um objetivo a chegar a um ponto.
Hoje, ao entrar naquela praza, entraram todos aqueles por quem rezei, aqueles que trouxe comigo e que me ajudaram.
Entrou a minha família e entrou a minha querida mulher que mais uma vez provou que é miito mais forte, resistente e corajosa do que ela própria pensa!

Hoje chegámos juntos, porque juntos caminhamos até mais longe!



La Picaraña - Santiago

Ora pelas placas faltavam 14,5 km para quem já andou cento e tal é um pulinho ☺

A questão é que a vontade de chegar é tanta que nem queremos parar, só andar e andar e andar.

A conclusão a que chegámos é que fazer a ultima etapa conforme vem nos guias de Padrón a Santiago é muito muito difícil... e fazê-la antes das 12h para chegar a tempo da missa do peregrino diria que muito mais difícil!

Encontrámos os nossos amigos espanhóis de ontem o Jose e a Gema e acabámos por finalizar o percurso com eles ☺

Foi muito bom!

Posso tirar muitas conclusões do "Camiño" e pensar em várias coisas que não quero esquecer... mas acho que este post ficará sempre inacabado.

Os agradecimentos são sempre para Deus mas claro que não seria possível concretizar este sonho sem o meu querido JP.

Depois não quero esquecer quando de mãos dadas chegámos ao km 0, que conseguimos chegar a tempo da missa, que abraçámos juntos São Tiago, que vivemos isto juntos, que concretizei um sonho e que superámos as dificuldades. Não quero esquecer as pessoas que nos acompanharam e que também tornaram isto possível porque rezaram por nós e as pessoas que se fizeram presentes mandando mensagens ou só a comentar os post's.

O Camiño é muito a nossa vida e tem muito do que vivemos!

Agora ainda vou digerir isto tudo!




Chegámos!


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A Caminho - Dia 4

A etapa prometia ser mais curta do que a de ontem.
Mas, com os olhos postos no dia de amanhã, o nosso desejo era conseguirmos fazer já um pouquinho da "última" etapa, que se prevê a mais longa. Confiamos os desejos nas mãos de Deus e começamos o dia.
E este foi um dos meus primeiros pensamentos: a importância do planear. Planear não quer dizer fazer tudo como estava previsto, mas ter um plano.
Nós viemos com um plano que foi sendo alterado. Mas isso é dar margem para Deus! :)
Defendo que devemos ter sempre planos e depois, confiar no que nos vai acontecendo.

Hoje vimos também algumas paisagens bonitas e começa já a nostalgia de saber que estamos perto do fim, logo agora que começávamos uma nova rotina.

Começamos a conhecer as pessoas e cruzamo-nos frequentemente com os mesmos... Hoje até falámos um poquito com uns "amigos" novos no caminho.
Mas somos também surpreendidos, com as nossas próprias fraquezas. Quando quase a chegar ao local de almoço ficou a doer-me o pé e não conseguia mais andar!

Depois de almoço e recuperados, lá resolvemos avançar, para nos aproximarmos de Santiago.
Refletimos que, ao contrário do que achávamos não é a mochila que nos vai dificultando o caminho, é o peso de nós próprios!
Muitas vezes é assim, na vida! O peso que trazemos em nós é que nos dificulta o seguir em frente! :)
Mas temos que estar atentos aos que caminham connosco!




Caldas dos Reis - A Picaraña

Depois de uma noite bem dormida, pequeno almoco na cama ( tínhamos comprado à noite) e café bebido, arrancámos cheios de genica.

O meu pe deu-me treguas e fisicamente fizemos uns quantos kms bem.

Pelos guias este troço de hoje seria até Padron e também era o que tínhamos previsto, mas isso implicaria amanhã fazermos 25 km.

Assim sendo, almoçámos em Padron, com uma pausa maior mas seguimos caminho.

Pelo caminho partilhávamos que antes de vir o que mais assustava era pensar no peso da mochila... agora, depois de mais de 100 km ja andados a mochila nao custa nada...

Faltam 14 km... se Deus quiser amanhã chegaremos!




terça-feira, 7 de agosto de 2018

Pontevedra - Caldas de Reis

O dia começou cedo novamente, depois de uma noite melhor dormida e menos calorenta.

O dia também se avizinhava menos comprido, no sentido em que "só" tínhamos de andar 20 e tal km.

A dor no pé deu muito poucas tréguas e talvez pela ilusão de serem menos km, descansámos menos.

Quando chegámos ao local onde almoçámos parecia um oásis: a comida óptima, o descanso, a simpatia dos senhores.

Caldas de Reis é muito bonito, tem um local com água quente onde fomos pôr os pés de molho e sendo dia 7 decidimos que hoje dormiríamos num sitio só para nós.

Já andámos mais de metade do caminho... não tem sido facilimo, mas as dificuldades vou ultrapassando como tudo na vida: continua a andar.

Quando tínhamos os pés de molho um espanhol perguntou a outro: Como estay siendo el camiño?

E o outro respondeu: El camiño levia-nos!

É isso que eu sinto... que Alguém me leva! Quando o JP segue a minha frente e eu penso: é só ir atrás dele!

E Deus tem muitas formas subtis de se mostrar e de estar... até em coisas que eu nao tinha pensado como uma Eucaristia, hoje, dia 7, ao final do dia.

É assim: o caminho leva-nos!