Dia loooooonnnngooooo!!!
Acordei com uma dor horrenda no pé esquerdo e tive de pedir a todos os santinhos e aos que nao sao santos e valeu-me o Santo Voltaren para me safar.
Tínhamos pensado dormir em Arcade mas chegámos lá na hora do almoço e por isso decidimos continuar...
Foi o dia em que mais andámos... chegámos ao albergue e eu sinto-me morta...
Vou tomar um banho e esperar que regenere.
Ah e hoje esteve MUITO menos calor!
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segunda-feira, 6 de agosto de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
De Valença a Porriño
Não consigo falar muito de pormenores técnicos nem nada disso e tendo em conta que foi o primeiro dia...
Começámos bem, indo à missa mas por isso também começámos mais tarde do que queríamos.
Ainda assim o Camiño tem aquele lado especial de toda a gente nos cumprimentar e ajudar.
Cruzámo-nos com uns portugueses ( que já caminham há 5 dias) e ora passavam eles, ora nós.
O pior do dia foi o calor... passar a parte do Poligono Industrial de Porriño de baixo de um sol abrasador foi pessimo!
O JP que ao andar parece estar sempre fresco e fofo foi maravilhoso comigo, como sempre.
Chegámos ao albergue a rezar para que houvesse lugar e havia! Não há bolhas, para já... há um dia cheio, quente e com a sensação de: primeira ja está!
Começámos bem, indo à missa mas por isso também começámos mais tarde do que queríamos.
Ainda assim o Camiño tem aquele lado especial de toda a gente nos cumprimentar e ajudar.
Cruzámo-nos com uns portugueses ( que já caminham há 5 dias) e ora passavam eles, ora nós.
O pior do dia foi o calor... passar a parte do Poligono Industrial de Porriño de baixo de um sol abrasador foi pessimo!
O JP que ao andar parece estar sempre fresco e fofo foi maravilhoso comigo, como sempre.
Chegámos ao albergue a rezar para que houvesse lugar e havia! Não há bolhas, para já... há um dia cheio, quente e com a sensação de: primeira ja está!
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Alguma coisa deu!
Não posso dizer que me vou dedicar à agricultura, mas a primeira coisa que plantei lá no quintal já deu fruto :)
Aqui está o resultado de uns meses de espera!
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
A altura da dor de barriga
Fui ao arquivo do blog e apercebi-me que nesta altura do ano tenho sempre a mesma conversa :P
Catequese e a dor de barriga que é arranjar catequistas e garantir que tudo funciona.
Há dois anos escrevi aqui que no final tudo acabou por se resolver... Espero este ano poder repetir a proeza.
Para já, estamos mesmo aflitos...
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Quando o melhor que sabemos e podemos é rezar!
Neste verão vimos um incêndio começar muito perto da terra onde estávamos.
Vimos a rapidez com que o fogo se começou a espalhar, vimos os helicópteros e os aviões a chegar à vez e a tentar fazer o que parecia impossível... apagar as chamas.
O helicóptero passava tão perto, tão perto que até sentia o vento na minha cara e o barulho das hélices estremecia cá dentro.
Eram uns 6 ou 7 e passavam à vez num barulho que é o que eu imagino quando leio os relatos da guerra em qualquer livro da Lesley Pearse.
Uns nervos até mais não, à espera que ele chegasse ao pé de nós... Uma noite mais ou menos em claro a pensar se teríamos ainda de reunir forças para pegar em baldes e ir defender o que é nosso.
E acima disso tudo passar uma mensagem de calma e confiança nos bombeiros para não assustar as miúdas. Deixá-las ver o que precisassem de ver para não terem medo desnecessariamente, mas também dizer que os bombeiros tratariam de tudo e trataram!
A Guigas, mais medrosa e consciente, disse que não conseguia ser forte, que queria rezar. Perguntei-lhe se queria rezar o terço comigo e disse que sim. Sentámo-nos no chão e comecei a rezar com ela, a Matilde juntou-se logo a nós :) Assim que terminámos a primeira dezena, chegaram mais dois aviões para combater o fogo.
É assim, nós ajudamos com o que podemos e Deus responde capacitando quem pode resolver!
Acrescentar só que o fogo não chegou perto de nós, apesar de durante a noite termos visto algumas imagens mais assustadoras. Na realidade parecia mais perto do que era.
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Coisas boas da vida!
E raras...
Filha grande e filha pequena de férias na terra com os avós... Filha do meio a dormir em casa dos outros avós.
Nós: decidimos ir ao cinema!
Queríamos ver o filme da família mas chegámos lá e só havia lugar na fila A... esqueça! Vamos ver o "Viver depois de ti" (na realidade o JP não queria ver este filme porque queria ler o livro).
Chegámos lá, vimos, até gostámos e chorámos...
Saímos e meio na brincadeira o JP diz: agora vamos à sessão da meia noite ver o outro.
E pensámos: E porque não? Ficamos cansados! Mas, e se ainda der? estamos sem miúdas, podemos!
Démos meia volta, e lá fomos!
E rimos e gostámos muito!
E acho que vamos ficar anos a lembrar-nos disto!
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Aventuras a mudar de casa # 2
Ao fim de uns dias de estarmos a morar na casa nova, enchi a maquina de lavar loiça cheia de convição carreguei no botão e ela... nada!
Pensei: Ora bolas, estragou-se com a mudança...
Fiquei de ligar a um técnico para ir lá, mas como estes dias têm sido complicados fui adiando.
Na sexta-feira diz-me a senhora que vai lá fazer limpeza: a sua máquina da loiça não lavou...
E eu: Pois acho que se estragou.
E ela: Não estará fechada a torneira lá a trás.
E eu (com aquele ar de ponto de interrogação): Não sei...
Cheguei a casa e efetivamente a torneira estava fechada :)
Pelo menos não chamei lá ninguém...
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Alguns pontos a salientar:
1. Odeio cólicas
2. Odeio mesmo cólicas
3. Já disse que odeio cólicas?
Agora a história do dia :P
A Mafalda não fez rastreio auditivo neonatal à nascença... Ou melhor, fez mas tinham passado muito poucas horas do parto e aquilo não funcionou e depois foi fim de semana e ao fim de semana não fazem. Mandaram-nos uma cartinha para casa a dizer que tínhamos de ir ao hospital fazer. E dizia para nos dirigirmos ao gabinete 16.
Chegámos lá seguimos a linha azul clara e mal entramos no serviço há papeis por todo o lado a dizer que para o rastreio neonatal fazer o favor de se dirigir ao gabinete 16.
E pronto, segui as setas todas e lá cheguei. Quando lá cheguei o senhor que está no gabinete 16 diz que aquilo agora mudou que ali são eletrocardiogramas e não sabe onde é o rastreio.
Uma auxiliar lá me ajudou e disse que agora é no gabinete 3 (tudo a ver).
Quando entrei disse logo aos senhores que estava à porta do gabinete 16 que é o que diz na carta e está afixado em todas as paredes. E diz-me ele: Ah! Mas não perguntou a ninguém?
E eu: Não! Deduzo que se a informação está afixada por todo o lado e eu sei ler não é suposto ir perguntar.
E ele: Pois tem razão vamos corrigir!
Perguntou à colega em que computador estaria, quem podia fazer, quem podia alterar, se calhar era melhor alterar à mão, bla, bla, bla.
Aparece outra colega que explica que não podiam alterar à mão porque hoje andava lá a auditoria e não podiam estar coisas afixadas na parede corrigidas à mão.
Respondo eu: Pois! Realmente é muito melhor andarem por aí as pessoas perdidas à procurar de saber onde é o rastreio...
Já disse que odeio cólicas??? Ah! E o rastreio estava óptimo, a miúda ouve bem, para já :P
2. Odeio mesmo cólicas
3. Já disse que odeio cólicas?
Agora a história do dia :P
A Mafalda não fez rastreio auditivo neonatal à nascença... Ou melhor, fez mas tinham passado muito poucas horas do parto e aquilo não funcionou e depois foi fim de semana e ao fim de semana não fazem. Mandaram-nos uma cartinha para casa a dizer que tínhamos de ir ao hospital fazer. E dizia para nos dirigirmos ao gabinete 16.
Chegámos lá seguimos a linha azul clara e mal entramos no serviço há papeis por todo o lado a dizer que para o rastreio neonatal fazer o favor de se dirigir ao gabinete 16.
E pronto, segui as setas todas e lá cheguei. Quando lá cheguei o senhor que está no gabinete 16 diz que aquilo agora mudou que ali são eletrocardiogramas e não sabe onde é o rastreio.
Uma auxiliar lá me ajudou e disse que agora é no gabinete 3 (tudo a ver).
Quando entrei disse logo aos senhores que estava à porta do gabinete 16 que é o que diz na carta e está afixado em todas as paredes. E diz-me ele: Ah! Mas não perguntou a ninguém?
E eu: Não! Deduzo que se a informação está afixada por todo o lado e eu sei ler não é suposto ir perguntar.
E ele: Pois tem razão vamos corrigir!
Perguntou à colega em que computador estaria, quem podia fazer, quem podia alterar, se calhar era melhor alterar à mão, bla, bla, bla.
Aparece outra colega que explica que não podiam alterar à mão porque hoje andava lá a auditoria e não podiam estar coisas afixadas na parede corrigidas à mão.
Respondo eu: Pois! Realmente é muito melhor andarem por aí as pessoas perdidas à procurar de saber onde é o rastreio...
Já disse que odeio cólicas??? Ah! E o rastreio estava óptimo, a miúda ouve bem, para já :P
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Destralhar!
Vai ser a palavra de ordem cá de casa :)
Como passo mais tempo em casa tenho olhado para as coisas e coisinhas que para aqui temos. Será possível amontoar tanta tralha???
Por exemplo no escritório... no escritório estão os dossier's de quando eu tirei o curso. Ora eu entrei para a faculdade em 2000 e estão lá todos os dossier's com a matéria por disciplina. Nem vou salientar muito o facto de a contabilidade já não se fazer com as diretrizes que aprendi na faculdade e muito menos que em 2000 ainda havia escudos, vai daí que aquela papelada já não serve para nada.
Hoje deitei para o lixo dois dossier's de papeis... confesso que é estranho (muito estranho) mas pronto nalguma altura da nossa vida temos de perceber que o tempo de faculdade já foi.
Objetivo: terminar mesmo esta limpeza :) já me aconteceu não sei quantas vezes começar cheia de força e depois não terminar a limpeza... por outro lado, sentir a casa mais leve de tralha no final!
A ver vamos!
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Na "segunda" pessoa...
Pedi à "mãe" se me autorizava a escrever a minha visão do parto. Assim, no seguimento do título do post da mãe, surge o meu.
Porque realmente acredito que, muitas vezes, o papel do pai nem é considerado como secundário, é mesmo considerado insignificante, é relegado para outro plano e acho que é importante que, sem de modo algum menosprezar todo o papel da mulher, dar a conhecer o que sente um pai (eu!), durante uma noite com esta (e aí vão 3!).
No outro dia ao apagar mensagens antigas no telemóvel, vi uma mensagem que mandei a um amigo nosso, cujo trabalho de parto da mulher se estava a prolongar por horas infindáveis... Na altura, senti necessidade de lhe dizer, de pai para futuro pai, de marido para marido, que compreendia a frustração dele, o querer ajudar e não poder fazer nada, a impotência que ele devia estar a sentir... E que a única ajuda que ele podia dar era estar ali, junto dela. Nós, homens, temos esta mania de ter que ser fortes, dominar a situação, e não poder mostrar essas nossas fragilidades.
A isto junta-se o facto de, muitas vezes, existir o preconceito de achar que o Homem é o gabarolas mas que na hora da verdade não era capaz de aguentar o sofrimento...
Eu digo: não sei o que são as dores de parto, mas naquele momento em que vejo - impotentemente - a minha mulher, que tanto amo, a sofrer, trocaria de lugar com ela - tal como uma mãe trocaria de lugar com um filho quando o vê em sofrimento - para ser eu a sofrer.
O papel do Pai é ingrato!
Ontem, estávamos em casa, a contar contracções. Umas mais fortes, outras mais lentas. Às vezes ela fazia: ai, ai, ai! E eu perguntava o que foi? É para irmos já para o hospital?
- Não, era só esta que era um bocadinho mais forte.
E ali ficamos sem saber como ajudar...
Depois decidimos arrancar. Chegar. Estacionar. Amparar. Dominar uma situação que não podemos dominar: porque não a conhecemos.
E esperar. Esperar na incerteza de não saber o que se passa no outro lado das portas por onde as nossas mulheres entraram.
As mães não conhecem o mundo da sala de espera. De pais mais ou menos nervosos. De pais que precisam de apoio ou de pais que querem ficar sozinhos. O mundo da espera desesperante.
Ontem, quando a Ritita veio ter comigo e disse que tinha 6 dedos de dilatação (e porque o facto de ter 3 filhos tem que servir para alguma coisa:)) perguntei-lhe: mas ainda vais ter epidural?
E ela: Sim, sim.
Sentei-me: sem a contrariar (porque não se pode contrariar uma grávida com 6 dedos de dilatação:P), mas convencido de que o anestesista não chegava a tempo. Quando acabou a série violenta que estava a dar na TV da sala de espera àquela hora, fui ter com a rececionista e disse:
- Ainda não me chamaram para entrar. É porque a minha mulher já está a receber a epidural? É porque eu costumo entrar e sair no momento da epidural...
Ela lá deve ter percebido que eu dominava um bocadinho mais a situação (já era repetente...) e disse:
- Não. Ainda não. Mas então vou passar a pô-lo a par da situação.
Mas nisto passa uma enfermeira atrás e diz: é o acompanhante da Rita? Ah pode entrar já. É porque ela já não vai levar epidural (inevitavelmente pensei: claro, eu sabia!). Mas só disse: ah, não? Pois então tenho mesmo que entrar já! Alguém vai ter que a acalmar...
Os segundos em que vesti a bata, guardei os meus pertences no cacifo, desinfetei as mãos e caminhei até ao bloco de partos ("avance diretamente até ao bloco de partos, sem passar nas casas da dilatação") foram os segundos em que me mentalizei para o cenário de "desorientação" que ia encontrar e como ia ter que tomar o controlo da situação.
Cheguei ao bloco e ela diz-me, de olhos arregalados: já sabes que não vou ter epidural?
- Sei. Mas é assim. Todos são diferentes e se há centenas (milhares?) de mulheres que conseguem tu também vais conseguir!
Os minutos que se seguiram foram (e são!) uma busca incessante do equilíbrio entre ter umas piadas com as enfermeiras (para cairmos nas boas graças delas. Ontem até lhes disse: digam-me o que fazer, que eu não sou dos pais que desmaiam!), piadas para a mãe para aligeirar o momento ("eu sabia que devia ter trazido o martelo para a anestesia"), ser prático e útil ("onde é que posso ir molhar as compressas que a minha mulher está a pedir"), verificar que tudo está a correr bem, principalmente quando a enfermeira diz a meio do trabalho de parto ("oops, devia ter feito uma episiotomia") e dominar a situação como nos compete ("tu és capaz", "faz força agora", "já vejo mesmo a cabeça").
Isto claro sem nunca largar a mão.
Mas sem apertar demasiado, porque magoa.
Mas sem afrouxar demasiado, para perceber que tem que fazer força.
Em equilíbrio. Em domínio da situação. :)
É igual aos filmes... Mas com a nossa mulher! É ela que tem suor a escorrer. É ela que faz força até parecer que as veias vão saltar. É ela que olha para nós a querer dizer: "faz qualquer coisa. Puxa esta criança. Tira-a de dentro de mim!!" E esta criança que nasce e chora (que queremos que chore!) é o nosso filho! Esta criança que demora 2 minutos a sair mas que a nós nos parecem horas.
Compete-nos ver se nasce bem. Compete-nos ver se a mãe ficou bem. Compete-nos ver se a enfermeira a costura bem.
Compete-nos continuar a dominar a situação: ver se estão a pôr a etiqueta certa. Se dão atenção à nossa mulher. Se cuidam bem do nosso filho.
Ah! sem largar a mão!
Ser pai, nesta noite é como ser um encenador. Fica nos bastidores. Ouve os aplausos, rejubila por dentro porque contribuiu para o espectáculo. Mas sabe que não representou...
O seu papel é na sombra!
Sempre foi meu propósito de vida que, qualquer que seja o nosso papel (na vida, no trabalho, numa peça) devemos assumi-lo por inteiro, como se fosse o de protagonista.
No que me diz respeito, adoro ter este papel!! E é muito melhor quando o papel de atriz principal é desempenhado por uma pessoa que tanto admiro! E que sei que mesmo que lhe mudem as falas, acabará sempre por brilhar e por ter a plateia a aplaudir... de pé!
O Pai
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Boa noticia!
Andamos (eu e mais uns quantos) a magicar uma aventura deliciosa :)
Quando comecei a ler este blog nunca na minha vida imaginei conhecer a autora, aliás como de nenhum blog... Gosto do humor dela, gosto das aventuras dela, farto-me de rir com umas coisas, de chorar com outras.
Conheci-a graças à Limetree e aos vários eventos que fui dando conta ao longo do tempo. Se nos cruzámos ao vivo e a cores três vezes foi muito... mas sempre que nos cruzámos, foi por coisas boas :) a ultima de todas numa versão muito fresh de uma sexta-feira ao final do dia, cansadissimas, mas que dois dedos de conversa nos animaram altamente.
Desde aí, embarcámos num sonho!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Ah o Outouno!
Há quem tome resoluções de ano novo em janeiro e em setembro :) como se setembro fosse uma rentrée :)
Para mim é em Outubro!
É sempre em Outubro que retomo os meus projetos, a minha vida acelerada, os fins de semana cheios. Cheio da familia, das miúdas, de atividades, de jantares!
Fico cansadissima dessa vida mas ADORO-A, de verdade!
E Outubro está já aí!
Vem em força, com novidades que são verdadeiramente novidades na minha vida! :) Têm que ver com o blogue mas também com esta postura de mãe internauta e que vou poder partilhar com muitas mãe destas (a maioria das que conheço).
Ah Outubro! Começa lá que eu estou cheia de vontade! :)
domingo, 25 de agosto de 2013
Então foi isto!
Vestido da princesa Matilde
Fita da chucha
Tapa fraldas (Frente e verso)
Vestido da princesa Margarida
Aventurei-me e correu bem :)
Já há algum tempo que queria aventurar-me em brincadeiras de costura :)
Desta vez, lá me decidi pois tínhamos um casamento e achei que era capaz de me meter numa maluqueira dessas!
Vai daí comprei uma revista, uma máquina de costura e com umas luzes de quem sabe fiz os vestidos das princesas :)
Bem giros, com direito a tapa-fraldas, fita para a chucha e gancho :)
Adorei fazer! Adorei vê-las vestidas! E será para repetir, certamente! :)
Depois coloco fotos!
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