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quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Aniversário JP (5 de outubro de 2020)

 35 anos.

Conta certa. Data de festa. Mas tempo incerto.
Optei por outros festejos.
Há 10 anos que vamos para Monte Real, todos os anos. Normalmente no Verão. Mas já fomos no Outono, na Primavera e no Inverno.
Chegar a Monte Real é como chegar a casa, desta vez com as crianças.
Hoje foi dia de estar com os meus! Só com eles! Perto da família que formei e agradavelmente interrompido por aqueles que me queriam dar os parabéns.
É neste dia que me envergonho sempre e que me acho pouco merecedor de haver tanta gente a lembrar-se de mim, quando eu me esqueço tantas vezes de lhes dar os parabéns.
Cheio de presentes, daqueles que se quiseram fazer presentes na minha vida!
E por cada mensagem, chamada, post, lembrava-me de como a vida me juntou (e por vezes me afastou) a tanta gente boa e bonita e de como sou feliz e uma pessoa melhor por ter todas estas pessoas terem passado pela minha vida. E de ter tantas tantas que permanecem frequentemente e me ajudam a ser uma pessoa melhor.
Um vida intensa e múltipla, com pessoas de tantos lados e tantos projetos!
Um dia calmo, focado no essencial: a família por perto, o encontro com Deus, a família de onde venho e os amigos que se fazem presentes e que me recordam de quão feliz sou. Enfim, um dia em casa, sendo que casa é o local onde nós podemos ser nós próprios!
Obrigado!



quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Há 15 anos...

Há 15 anos não poderíamos imaginar que o local onde estávamos nos trouxesse aqui!

Finalmente, nessa noite fria, em que éramos ainda miúdos, perdeste o medo e insinuaste-te a mim.
Ganhaste coragem e deste o primeiro passo!


Sem termos a certeza (porque éramos "só" os melhores amigos), todo o nosso corpo - e, sei-o hoje, toda a nossa alma - sabia já que o nosso lugar neste mundo era juntos um do outro.

Não tem sido um caminho nada fácil. Com contratempos, com dificuldades, com feitios a ajustar, com birras, rabujices,... Mas juntos temos conseguido ultrapassar essas dificuldades. 

Porque sabemos que juntos somos melhores. Juntos somos, verdadeiramente, mais fortes.
Porque nos ajudamos a ser melhores. Porque nos ajudamos a ser santos.
E se eu não estiver aqui para te tornar santa... então a minha missão está a falhar.

Há 15 anos, olhámos juntos para o nosso futuro e acreditámos que podíamos criar uma coisa bonita e especial. Acho que não conseguíamos antecipar que poderia ser tão especial!...
Mas tem sido muito bonita esta aventura que vivemos juntos, partilhar toda a loucura e poder ter a honra de caminhar com uma pessoa que num momento é completamente sem filtros e, se for preciso,  a seguir é uma princesa! 



Amo-te muito!
Amo quem sou quando estou contigo.
Gosto mais da pessoa que me "obrigas" a ser.
E gosto "disto" especial que temos! Que criamos. Disto que somos nós.


"E agora, amanhã? Continuamos?" 

JP

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Tully

Ganhei bilhetes para ir ver a ante-estreia do filme: "Tully"...

A bem dizer nem sabia o título do filme, nem coisa nenhuma, só sabia que era a história de uma mulher com três filhos.

O filme é bem giro! É tão real que até dói... com um durante um bocado estranho e desconfortável, no final é tão surpreendente que até gostamos e... percebemos!

Esta foi uma boa surpresa! Aconselho... especialmente às mães que se sentem tresloucadas (seja com três filhos ou só com um)


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

This is us - "O" episódio


Hoje à noite dá o episódio mais esperado, mas o menos desejado…
Não me lembro de nenhuma série me ter prendido assim tanto, nem na adolescência.
Hoje em dia vejo pouquíssima televisão. Mas o "This is us"...
Não sou o que pode ser considerado um “viciado” em séries, mas já houve algumas que eu gostava de ver e que acompanhava.
Mas o This is us, nesta idade, é diferente…

Isto é, efetivamente a nossa vida!

No meu caso ajudou-me a confrontar com uma realidade: o meu envelhecimento. Apercebi-me que a minha identificação é com o Jack (o pai da série!). Não é a versão de filho, mas sim "o pai de família"! Estou crescido! E ao ver a série dou por mim a transpor a minha vida para a do Jack: a dificuldade de educar, o querer dar atenção a todos os filhos, lidar com as desilusões deles, com as nossas, com as da mulher. Estar atento à mulher. Ser bom marido. Ser bom profissional. Ser bom pai. Ser boa pessoa. Adiar sonhos e projetos. Encontrar-se a si próprio. Lidar com as suas crises. Lidar com os seus fantasmas. Estar atento aos outros.

O Jack é magistralmente perfeito na sua imperfeição.
E eu dou por mim a querer ser igual a ele.
O Jack tem fraquezas. O Jack tem vícios. O Jack falha.

Mas o Jack é optimista. O Jack é humilde. O Jack é apaixonado pela vida, pela família e, essencialmente, pela mulher.

É desta paixão que lhe vem a força para a vida. E cada vez que o Jack falha nós sofremos com ele.

Ao acompanharmos a série podemos ver os filhos em idade adulta e conseguimos vislumbrar a influência do Jack e as consequências da ausência do Jack em grande parte da vida deles.

Como teria sido diferente se o Jack tivesse vivido e tivesse podido acompanhar o seu crescimento mais tempo e dar-lhes conselhos?


Esta noite o Jack vai morrer.

E com esta morte confrontamo-nos com a vida não ser como a sonhamos, como a planeamos.

Constatamos que não temos a vida – nem nada – nas nossas mãos. Hoje vamos assistir como é que um incidente (que aconteceu há 20 anos atrás) provocou uma curva e uma alteração vertiginosa no rumo das vidas de várias pessoas, com consequências ainda hoje.

É ficção. Não é verdade. Mas há tantas vidas assim.

As nossas vidas são assim: com acontecimentos inesperados que nos marcam e moldam, inevitavelmente para a vida inteira.

Hoje o Jack vai morrer.

Hoje, um bocadinho daquela família vai morrer.

E eu vou sentir como se também eu morresse um bocadinho, porque nem sempre conseguimos alcançar todos os sonhos, porque a vida é curta e muitas vezes adiamos esses sonhos!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Foi ontem!

O aniversário do meu João Pedro!

Meu amor para sempre!

Mais que palavras para escrever partilhámos o dia! 

Estivemos juntos, em família (a só nossa e a alargarda) porque quando entraste na minha vida não sonhava que seria tão mais completa contigo!

Parabéns! 

Pelo aniversário, por quem és, por quem me ajudas a ser, por quem somos e quem educamos.

Amo-te! E espero podermos partilhar muitas vezes este dia!

À nossa! ;)



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

À minha filha (versão do pai :) )

A tua mãe já te disse o quanto gostamos de ti mas eu queria dizer-te como estaremos sempre aqui para ti.

Hoje, como sempre, o teu sorriso é genuíno.
Mas quem te conhece sabe que hoje fazias ainda mais perguntas, de manhã, e hesitavas mais nos teus passos, nas tuas decisões rotineiras.

Estás certa do caminho e, com a confiança que te é característica, perguntas se hoje serão muitos os primeiros trabalhos de casa, procurando ocultar o receio lógico da incerteza e do desconhecido. Do novo e da descoberta.
Os teus passos são sempre em frente mas, por vezes, hoje, as tuas pernas vacilam, pelo receio daquilo que irás encontrar. Hesitas mais. Olhas mais para nós. Procuras mais o nosso olhar.
Não choras. Queres ser forte, mas percebe-se no teu abraço – mais forte do que nos outros dias – um confirmar de uma promessa silenciosa da nossa parte: “Pai e mãe, estejam sempre aí, se eu falhar e precisar de vocês, ok?”

Se pudermos dividir a vida em fases, esta é, claramente, uma delas. De hoje em diante a tua vida não mais será a mesma. Terás provas, testes, estudos. Começas a ter responsabilidades e a ter que responder pelas tuas acções. Terás escolhas mais determinantes. Sentir-te-ás mais sozinha, porque é um caminho mais individualizado, que se vai estreitando à medida que fores decidindo quem queres tu ser. Consoante fores escolhendo em quem te queres tornar.

Hoje, querida filha, começas a crescer.
Hoje, querida filha, os teus pais começam a crescer.
Se sempre fizemos com que caminhasses de forma autónoma hoje queremo-lo ainda mais. Tentaremos sempre que sigas o teu caminho, sempre em frente. Não te preocupes. Falha. Erra. Acerta. Luta. Conquista. Mas caminha. Caminha segura e firme, com a certeza de que quando olhares para trás, será sempre o sorriso dos teus pais que verás: a aplaudir, a assistir, a chorar, a incentivar, a empurrar, a ajudar a levantar.

Segue em frente. Segue o teu caminho. Segue a tua estrada. A partir de hoje ficaremos aqui na retaguarda!
Quando olhares estaremos aqui!


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Semana com o Pai #Dia 5

Hoje o dia foi ainda mais calminho... 
Estranhamente ao longo da semana foram acordando cada vez mais cedo, por isso levantámo-nos e fomos para a praia da Poça, outra vez.
No mesmo sítio, onde tinha perguntado da outra vez, a Matilde perguntou - como se tivesse acabado de ter essa conversa - «E porque é que as senhoras também vêm sozinhas?».

Ao chegarmos à praia o Nadador-Salvador estava a mudar a bandeira para a amarela (apesar de não haver ondas!) por isso perguntei-lhe o que se passava e ele disse que tinham feito umas análises à água e que não estava própria para banhos e que era só naquela praia. Por isso, uma vez que o carro já estava estacionado, lá fomos nós paredão fora, para o Tamariz!
Ao chegarmos à praia a Matilde e a Margarida ajudaram-se uma à outra a tirar os vestidos e a desapertar os botões (uma vitória da Matilde!).

Depois viagem de regresso, outra vez, cada uma com as suas mochilas e a encantarem as pessoas por onde passavam pelo paredão.

A tarde foi também mais calma, porque hoje fomos almoçar à casa dos avós e a Matilde quis ficar lá a brincar, por isso, durante o tempo da sesta foi tempo da Margarida se dedicar às pinturas.



Hoje, quando vínhamos a sair da praia, encontrei uma amiga que disse: lá vão eles com o pai. Quando terminam estes dias sozinhas contigo? E eu disse: terminam hoje mesmo!
Por isso, ao fim de 5 dias, terminamos esta aventura à qual sobrevivemos todos.

Esta semana acaba por ser sempre especial, porque sinto que ao longo da semana vou conseguindo ouvi-las com mais atenção, conhecê-las melhor, e ajudá-las a crescer. Sinto que me vou ligando mais a elas e que elas também se ligam mais a mim. Acho que não é impressão minha mas vão-me chamando mais vezes de Papá em vez de Pai, e vão sendo mais carinhosas e encher-me de mimos!
Para este ano já está... Haverá mais para o ano!

Semana com o Pai #Dia4

O 4º dia foi um dia mais calmo.
Se há coisa que nós queremos na educação das nossas filhas é garantir que tentámos transmitir-lhes o que é certo e errado.
Assim, com tudo o que tem acontecido, quisemos ir oferecer água e barras de cereais aos bombeiros, explicando o porquê desse gesto. Acho que elas perceberam o motivo.



A Guigas é sempre capaz de me ir surpreendendo. Primeiro a explicar à irmã que a casa dos bombeiros tem o nome de quartel (quem é que lhe ensinou isto? Como sabe ela estas coisas?)
Depois o bom coração dela... No supermercado disse: «Está tanto calor e os bombeiros ainda têm mais porque estão no fogo, com aquelas calças e aqueles casacos... Espero que a água continue fresquinha para eles!...»
E depois ao sairmos do quartel disse: «ah, a Igreja é mesmo aqui ao lado. Que sorte que os bombeiros têm! Assim podem vir aqui à Igreja rezar pelos colegas deles que estão nos fogos!»
São pequeninos gestos que vão enchendo o coração e aos quais, neste tempo de férias, conseguimos dar mais atenção...

Depois, fomos fazer mais umas compras - o que é sempre dificil com 3 pestes - mas só é possível porque a Mafy vem montada no sling e porque as outras se portam melhor porque sabem que estão só comigo e andam sempre de mãos dadas.
Depois descobri porque é que nas caixas as pessoas com famílias têm prioridade - apesar de eu não a ter usado - porque aqueles minutos infindáveis em que estamos à espera de ser atendidos, é quando elas vêm tudo o que PRECISAM mesmo de levar. Como bonecos, estojos, pastilhas, etc da Patrulha pata e do Frozen!
Mas aí foi a Matilde que mostrou como está atenta (mesmo que raramente o pareça), quando eu disse repetidamente que não podíamos levar e a Guigas perguntou porquê e a Matilde disse: «porque é caro, não é, pai?» E não houve mais pedidos...
É difícil e dá trabalho, mas ficamos com a esperança de conseguir.

Depois fomos ter com a mãe que estava em trabalho em Cascais e almoçámos juntos num sítio onde queríamos ir há muito tempo: o Mercado de Cascais. Um local agradável e bem pensado.

Depois hoje, foi a vez da Matilde ler, enquanto a Guigas optava pela TV e a Mafy punha o sono em dia!
Da parte da tarde fomos até às piscinas da praia das Maçãs. A mãe também era para ir, mas o trabalho não permitiu. Por isso, lá fomos os 4 para a piscina, onde elas se divertiram bastante.

 A Matilde pediu um gelado... mas acabou por não o comer, por isso sobrou para a...

Porque na realidade do que a Matilde gostou mesmo e queria comer era um bacalhau (como ela costuma pedir em Matildês).

Aqui é mais complicado estar-se de olho nelas porque não podemos deixar de as ver nem durante um minuto. E, por exemplo, quando uma quer ir à WC, vamos todos à WC. E depois, como as meninas já são muito crescidas, recusam-se a ir à WC dos senhores, por isso vamos todos para a WC... das senhoras!...
E quando as três querem colo, porque estão cheias de frio... o meu colo torna-se pequeno para todas... mas com jeito, lá conseguimos...


À noite, ao voltarmos a passear pelas ruas de Algueirão, confessavam como gostaram de ir às piscinas e de nadar e andar nos escorregas.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Semana com o Pai #Dia 3

Viver só com mulheres permite podermo-nos rir com algumas tiradas.
Ontem à noite esteve a jantar cá em casa uma prima nossa, que é cabeleireira e que lhes fez umas tranças. Hoje de manhã, ao acordar, a primeira coisa que a Guigas disse - com ar de diva - ao ver-se ao espelho e ver que o penteado estava desfeito, foi: "Ai, preciso de uma cabeleireira". :D


No 3º dia já não quiseram ir à praia outra vez... Disseram que não queriam ir para ficar a brincar.

Para além de eu gostar da praia, o que a praia tem de melhor é que se entretêm as 3 com facilidade, porque a Mafy pode andar livremente pelo chão.


Assim, e uma vez que no ano passado na semana em que eu trabalho e a mãe fica com elas, já tinham ido ao Centro Ciência Viva em Sintra com a mãe, conforme escreveu no ano passado, e tinha sido fascinante, visto que falavam dissso cada vez que passavam por lá, resolvi arriscar e ir com as 3.



Apesar de ter algumas atividades que elas ainda não compreendem por serem pequenas, tem outras que fizeram o delírio e algumas muito bem pensadas.

As mais físicas de jogos, músicas e bolas resultaram bem.







O que é engraçado é ver como até a Mafy delirou ao ver as irmãs a jogar.

Depois, como boas meninas que são, não resistem a nenhum espelho, até aqueles que as deformam :)


Mas umas das atividades que eu acho que estão mesmo bem conseguidas são as de jogos interativos, onde se divertiram bastante. E ainda aprenderam o que são vírus e hábitos de vida saudáveis.







Da parte da tarde, voltámos a dedicar-nos à Culinária.
O projeto era fazer bolachinhas! A Matilde não se deixou cativar na primeira parte a da massa.
Já a Margarida, enquanto mexia a massa cantarolava "estou-me a divertir! Estou-me a divertir". Quis pôr o avental e o cabelo em carrapito para não caírem cabelos para os bolos.

Mas quando chegou a hora de escolher os formatos das bolachas e as decorações, nem a Matilde conseguiu resistir.
Adoraram! E cada vez que mexiam na cadeira ou noutra coisa, iam lavar as mãos, para poder continuar a mexer nas bolachas!





No final ficámos com uns biscoitos bons, elas cheias de orgulho de tudo ter sido obra delas.
E só se desentenderam para ver quem limpava mais a mesa, uma vez que as duas queriam porque afinal, limpar a bancada, ainda faz parte da tarefa de cozinhar!



E assim se passou o 3º dia com as pestinhas! 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Semana com o Pai #Dia 2

No segundo dia, já quiseram ir à praia! :)

Fomos à praia da Poça o que ainda valeu umas gargalhadas, quando a Matilde disse que não se podia nadar nas poças porque estão sujas e cheiram mal!

Na véspera, à noite, expliquei-lhes que como ia sozinho com elas, cada uma delas tinha que levar a sua mochila, com a sua toalha, e os brinquedos. A Margarida, diligentemente, escolheu logo a dela, e arrumou tudo muito direitinho. A Matilde demorou mais, mas lá conseguiu escolher a sua mochila.

Assim, de manhã seguimos viagem para a praia!




Um dos aspetos positivos de ir sozinho com elas é que acabam por ter a noção que só têm uma pessoa para lhes dar atenção, por isso, são mais pacientes. Mais autónomas e ajudam-se umas às outras.
Chegaram à praia e tiraram a roupa e guardaram nas respetivas mochilas. Pusemos o protetor por ordem de idade: do mais novo para o mais velho. Sem birras. Sem refilar.

Fomos para a beira-mar brincar e elas tomavam conta da Mafalda e brincavam, indo buscar a toalha e fazendo perguntas. Mas com paciência.




O difícil foi o regresso ao carro, já com calor. Mas com alguns jogos, lá se consegue chegar ao carro com todas!

No caminho, ao ver vários homens sozinhos a Matilde ainda me perguntou porque é que há homens que não têm maridas. Primeiro expliquei-lhe que era mulher e o facto de eles estarem sozinhos não significam que não as tenham. O pai tem mulher e também está sozinho convosco. Foi suficiente para não continuar o chorrilho habitual de perguntas.


Depois do almoço, as mais pequenas dormem a sesta e a mais velha, aproveita para ver a TV ou pôr a leitura em dia.

Depois da sesta ainda houve tempo para fazer um salame - a sobremesa preferida da Margarida!


E assim se sobrevive ao 2º dia! :)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Semana com o Pai #Dia1

Normalmente, todos os anos, existe uma semana (ou uns dias) onde a mãe tem que ir trabalhar e as pestinhas ficam só comigo: o Pai.
Às vezes fica uma, ou duas... Este ano ficam as 3! 5 dias!
Acho que é digno de registo para ver se consigo sobreviver!

Como no 1º dia, ainda viemos do local das férias, apesar de lhes ter perguntado se queriam ir à praia a resposta delas foi sempre que não! Ao chegar a casa percebeu-se porquê: tinham imensas saudades da casa delas: dos brinquedos, dos disfarces, da makeup (raparigas!) como se pode ver pelas fotografias.




Como o calor apertava, antes de almoço ainda quiseram dar um "mergulho", embora tenha sido à vez.



À tarde tive umas coisas para resolver, por isso, acabaram por ficar na casa da avó, durante uma parte da tarde.

À noite, ainda seguindo o ritmo das férias, a Matilde não parava de dizer que queria ir passear... E acabámos mesmo por ir passear, pelas ruas de Algueirão às 21h30. E acabaram por ir a um parque, que queríamos ir com elas... Nunca pensei que acabássemos por ir lá parar já perto das 22h00.

São tão bons os dias de Verão!