sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Faz de conta!

Nunca liguei muito ao Carnaval e não acho grande piada, mas as miúdas adoram e andam sempre mascaradas por isso a fatiota delas não pode faltar!

Em relação aos fatos que são comprados tentamos dar-lhe o máximo de uso... já são super aproveitados porque elas passam os dias mascaradas mas vamos repetindo as fatiotas de ano para ano :)

Este ano estão assim:

A capuchinho Matilde!

A capuchinho Margarida!

A porquinha Mafalda!

As manas!

O ananás Martim!

Os quatro!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Hoje...

Vemos o This is us desde o inicio :) naquela ânsia de esperar que chegue 5ª feira à noite, mas hoje... hoje é diferente.

Por um lado, quero que chegue... por outro, não quero!

Ao contrário do JP que se identifica com o pai, eu não me identifico assim tanto com a mãe :) Percebo imensas coisas que ela faz e como lida com as situações, mas gosto de olhar para a família deles como um todo... em que cada um teve o seu papel, até que houve ali um que faltou!

Eu não consigo imaginar a minha vida, a minha família, sem sermos nós todos... E isso é o que me "assusta" mais nesta perda que vamos viver.

O Jack vai fazer uma falta imensa, apesar de eu saber que ele como personagem vai continuar a existir. Toda a história vai continuar a ser feita das lembranças deles e das vivências deles...

No outro dia o Randall disse ao Kevin uma coisa que me marcou muito, quando disse que já tinham vivido mais tempo sem o pai do que com ele, mas é tão brutal a alteração que a ausência dele provocou nas suas vidas que ele ficará para sempre.

Os momentos mais felizes serão também os mais tristes porque ele não está lá... e a nossa forma de ver a série, numa solidariedade e empatia imensa com eles é de desejar que nunca passemos por algo assim. Apesar de sabermos que não está nas nossas mãos e que haverá casos perto de nós que terão essa falha na família...

É assim o This is us!




This is us - "O" episódio


Hoje à noite dá o episódio mais esperado, mas o menos desejado…
Não me lembro de nenhuma série me ter prendido assim tanto, nem na adolescência.
Hoje em dia vejo pouquíssima televisão. Mas o "This is us"...
Não sou o que pode ser considerado um “viciado” em séries, mas já houve algumas que eu gostava de ver e que acompanhava.
Mas o This is us, nesta idade, é diferente…

Isto é, efetivamente a nossa vida!

No meu caso ajudou-me a confrontar com uma realidade: o meu envelhecimento. Apercebi-me que a minha identificação é com o Jack (o pai da série!). Não é a versão de filho, mas sim "o pai de família"! Estou crescido! E ao ver a série dou por mim a transpor a minha vida para a do Jack: a dificuldade de educar, o querer dar atenção a todos os filhos, lidar com as desilusões deles, com as nossas, com as da mulher. Estar atento à mulher. Ser bom marido. Ser bom profissional. Ser bom pai. Ser boa pessoa. Adiar sonhos e projetos. Encontrar-se a si próprio. Lidar com as suas crises. Lidar com os seus fantasmas. Estar atento aos outros.

O Jack é magistralmente perfeito na sua imperfeição.
E eu dou por mim a querer ser igual a ele.
O Jack tem fraquezas. O Jack tem vícios. O Jack falha.

Mas o Jack é optimista. O Jack é humilde. O Jack é apaixonado pela vida, pela família e, essencialmente, pela mulher.

É desta paixão que lhe vem a força para a vida. E cada vez que o Jack falha nós sofremos com ele.

Ao acompanharmos a série podemos ver os filhos em idade adulta e conseguimos vislumbrar a influência do Jack e as consequências da ausência do Jack em grande parte da vida deles.

Como teria sido diferente se o Jack tivesse vivido e tivesse podido acompanhar o seu crescimento mais tempo e dar-lhes conselhos?


Esta noite o Jack vai morrer.

E com esta morte confrontamo-nos com a vida não ser como a sonhamos, como a planeamos.

Constatamos que não temos a vida – nem nada – nas nossas mãos. Hoje vamos assistir como é que um incidente (que aconteceu há 20 anos atrás) provocou uma curva e uma alteração vertiginosa no rumo das vidas de várias pessoas, com consequências ainda hoje.

É ficção. Não é verdade. Mas há tantas vidas assim.

As nossas vidas são assim: com acontecimentos inesperados que nos marcam e moldam, inevitavelmente para a vida inteira.

Hoje o Jack vai morrer.

Hoje, um bocadinho daquela família vai morrer.

E eu vou sentir como se também eu morresse um bocadinho, porque nem sempre conseguimos alcançar todos os sonhos, porque a vida é curta e muitas vezes adiamos esses sonhos!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

As manhãs

As manhãs costumam ter várias fases...
Após a fase do acordar, vestir, comer e pôr no carro (versão resumida sem as birras e outros afins...), há a chegada à escola... que costuma ser assim:
Com mais ou menos sacos ou mochilas e casacos e fraldas... o cenário é mais ou menos este.

Pois que hoje a birra (com direito a lágrimas e zangas de irmãs) era sobre quem ficava com a mão inteira do pai!

Até que a Matilde diz:
- Não é justo. A Mafalda tem a mão inteira e eu só tenho um dedo.
A mão da Mafy é tão pequenina que podia ficar só com o dedo para eu poder dar a mão...

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Perguntas de crianças #2

Matilde (como quase sempre...):
- Pai, a avó Luísa e o avô Arlindo já se casaram?
- Já!
- Mas eles nunca dão beijinhos na boca...
- Deve ser porque nunca viste.
Matilde fica a pensar e conclui:
- Não. Eles não devem dar porque são muito, muito velhinhos...


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Espetáculo!

Uma das melhores musicas que ouvi nos últimos tempos! 


Numa família numerosa...

... entre outras coisas (que não são necessariamente e sempre um mar de rosas) há momentos de verdadeira cumplicidade :)

Este foi registado ontem e é um deles!