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quinta-feira, 26 de julho de 2018

Post do dia 30 de junho

Um ano de Martim!

Um ano de roupa estranha e básica tipo calças e camisolas, sem lacinhos, folhinhos e ganchinhos.

Mas um ano cheio de doçura de rapaz e de muito amor das manas.

Este Martim tem a doçura e a simpatia que deve ter um príncipe mais novo entre três irmãs, mas tem a personalidade e a reguilice que deve ter alguém que vai ter de se afirmar.

Tem sido um ano bom e bonito de os ver crescer, de nos ver crescer!




Post do dia 26 de junho

Exatamente dois meses depois da irmã e a quatro dias do primeiro aniversário, Martim com varicela!

A medicação era fácil, era a mesma que a Mafy portanto era só mesmo deixar o miúdo em casa, mais a chatice de ele fazer anos e de irmos de férias na semana seguinte.

Durante o dia ele até estava bem, mas a primeira noite foi um horror... contorcia-se todo com comichão, choramingava.

Mas... sobrevivemos! (e festejámos o aniversário e fomos de férias!)

Desta doença, acho que estamos despachados!


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Martim: 11 meses!

Este mês dos 10 para os 11 foi difícil!

Muita tosse, muita malta doente... O Martim ganhou dois dentes (e acho que foi por isso que andou tão aflito) e agora arrasta-se. Gatinhar não que isso faz doer os joelhos...


Mais atualizações! Os 10 meses do Martim!

O miúdo espalha charme por tudo quanto é lado!

Ri-se para toda a gente, bate palmas, segura o biberon. Está giro!


terça-feira, 4 de julho de 2017

4º parto - agora a mãe!

Ainda não tinha vindo aqui porque me sinto ainda absorver tudo!

Aos poucos lembro-me de mais um ou outro pormenor e saboreio o momento.

Nunca tinha pensado num parto como um momento bonito... pelo contrário, e apesar das três experiências diferentes que tinha tido, achava tudo muito animalesco.

Quando era miúda, lembro-me de ter visto a gata da minha prima a ter gatinhos e achava que associava tudo ao mesmo :P

Sei que nada está nas nossas mãos, por isso o que vou escrever agora pode cair em "saco roto" porque sou daquelas pessoas que entrega tudo nas mãos de Deus... sempre disse que gostava de ter quatro filhos, acreditando que mudaria de ideias, porque é difícil, porque não ia ter dinheiro, porque... porque...

Apesar de nos sentirmos muito felizes e completos com as três miúdas, ficarmos grávidos do quarto não foi nenhuma desgraça, mesmo não tendo sido planeado ou esperado ou desejado ou querido. Foi uma surpresa e vivemos tudo como uma surpresa, mas vivi tudo a pensar é a ultima! (reforço a ideia de que sei que não está nas minhas mãos mas é o que sinto).

Tive sempre partos diferentes... na primeira gravidez, entrei para fazer um ctg a médica fez toque e comecei a sangrar. Era super fresquinha e sei que tive pouco mérito no trabalho de parto... não dilatei e a Guigas nasceu de cesariana. Foi um momento bonito, apesar de não poder ser partilhado com o pai, mas em que senti tirarem a miúda, ouvi-la chorar, mostrarem-na...

No parto da Matilde combinado com a médica, foi mais lento com epidural e um momento que descrevi na altura como muito bonito, ajudou-me a ganhar consciência de que é preciso fazer uma força enorme. O que retenho hoje era de várias pessoas me dizerem para fazer força e eu quando falo disso lembro-me de dizer que fiz mais força do que a minha maior força! 

No parto da Mafy dada a rapidez dos acontecimentos e por não ter conseguido levar a epidural aprendi oura coisa, é que além da minha maior força, a força tem de ser feita durante um período contínuo de tempo. Não é um bocadinho, é algum tempo seguido a fazer aquela força toda... 

Também aprendi com esta experiência toda, que há muitas coisas que não se ensinam na preparação para o parto. E que há coisas que deviam ser ditas de forma muito crua porque nós mães prestes mesmo a sê-lo ou acabadinhas de o ser, com hormonas aos trambolhões devíamos conseguir ter noção que outras mulheres passam pelo mesmo e assim já estávamos mais ou menos preparadas.

O parto do Martim, começou as 5h30 da manhã com a primeira contração. Assim que a senti percebi logo que ia ser! Outra às 6h00 e pensei: "de meia em meia hora dá para esperar e levar as miúdas à escola"... outra às 6h15: "hum se calhar não dá"... outra as 6h30: "JP é agora!"

Levantar, vestir, ligar à avó para ficar com as miúdas, preparar as coisas todas para levar e ir, chegámos ao hospital às 7h50. A enfermeira fez o toque: "3 cm, colo favorável, está muito bem e vai ser rápido".

Levaram-me para a mesma sala de dilatação onde já tinha estado quando foi a Guigas, deram-me o antibiótico porque o Stretocopus B era positivo por volta das 8h30 e fiquei à espera. Deviam ser umas 9h e tal passa a ronda das médicas, a dilatação ia em 5/6 cm vamos levar epidural.

O anestesista foi rápido a chegar e demorou meia hora a fazer tudo portanto já sem dores consegui relaxar ainda mais e entretanto o JP pôde vir ter comigo. Já tinha pedido para ele vir mas como estava a ser tudo tão rápido nem dava para o chamarem.

Por volta das 11h00 senti uma contração GIGANTE (mesmo anestesiada) e as águas rebentaram... o miúdo ficou doido e elas um pouco aflitas... Entretanto, uma mãe vai ter a criança e trocam as enfermeiras. Entra uma médica que diz que é melhor o Martim nascer, faz o toque e diz está com 9/10 cm vamos levá-la!

O JP ainda perguntou: Já? Perguntou-me se eu estava bem, disse-lhe que sim! Ficou descansado e vamos!

Já no bloco de partos entraram duas médicas, uma enviada pela minha queria Dra Amélia e percebi que seriam elas a fazer o parto. 

Perceberam, tal como eu já tinha percebido que ainda não estava no ponto e que a médica que me tinha mandado para ali se precipitou um pouco, mas conforme as contrações vinham e fui fazendo força, o Martim foi descendo.

Elas foram motivando, com tanta calma... é isso! A força é mesmo assim! Boa força! 

Mas a falar, sabem? Sem stress, sem estarem a gritar (foi para mim a grande diferença entre serem médicas ou enfermeiras a fazer o parto)... Ah! E esperavam que eu dissesse quando é que a contração vinha. Fui eu que disse sempre: vem aí uma!

E eu sentia que ele vinha aí :)

Olharam para mim e disseram: na próxima ele nasce!

Mentalizei-me e fiz força,sempre, sempre, sempre.... senti-o descer mas senti que a força ia falhar e a médica disse: não desiste!

Pensei: só mais um bocadinho e senti a cabeça dele sair. E logo, logo o resto do corpo deslizar... tal e qual lemos nos livros!

E juro que saboreei mesmo, mesmo o momento! Um momento bonito, de ternura, vivido e saboreado.

Tudo o resto é o normal, colocar em cima de mim, o pai cortar o cordão, pesar, recobro e isso tudo. O Martim nasceu às 11h34, dia 30/06/2017, com 3,4 Kg e veio pincelar a nossa vida de azul e na minha expetativa, promete pincelar a nossa vida com coisas muito boas.

A minha médica foi ver-me ao recobro e disse: no próximo já nem sabemos o que fazer para a surpreender que isto foi sempre a melhorar. Respondi-lhe: não quero próximo Dra, este foi para fechar em beleza e só tenho a agradecer-lhe por isso!

E é este sentimento que vivo, por agora! Estou a saborear tudo!







quarta-feira, 19 de março de 2014

À minha filha mais nova

Depois de ter escrito à minha querida esposa e mãe das minhas filhas e à minha filha mais velha, achei que hoje, também teria que escrever à minha filha mais nova.
Foi há um ano!
Mas já parece há bem mais… Talvez porque hoje em dia a vida já não fazia sentido se não fôssemos 4.
Parece que tudo está mais completo, mais preenchido. Para além da parte física (o carro mais preenchido, a casa mais preenchida, o quarto mais preenchido), também os nossos dias, o nosso cansaço, a nossa paciência… tudo fica mais preenchido.

És tão parecida com a tua irmã… Mas tão diferente. Com um ano é já és tão tu.
És tão teimosa e quando queres uma coisa levas mesmo a tua avante.
És tão dorminhoca e quando tens sono só queres a tua cama para poderes adormecer.
És comilona e enquanto tiveres comida está tudo bem.
És tão risonha e, apesar de ainda não se perceber muito bem, parece que também não és muito tímida. Desde que te tratem bem, contigo está tudo bem.

Gostas tanto da tua família. O sorriso que fazes quando nos vês, os braços que esticas a pedir colo, as festinhas brutas que fazes, os beijinhos que atiras, evidenciam o carinho que começas a sentir por nós.
Mas gostas mesmo muito é da tua irmã: as brincadeiras que têm no carro, os olhares malandros que trocam como se estivessem a preparar uma grande malandrice, as músicas que começas a cantar com a tua irmã o sorriso de admiração que tens pela tua irmã mais velha… São tão ternos e comoventes!


Rezo para que cresças sempre com este orgulho e admiração pela tua família e pela tua irmã. Que sejamos capazes de ser sempre exemplo para ti! De te conseguir mostrar um caminho a seguir, mas que esse caminho seja sempre percorrido por ti!
JP

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Eu sei que pode não dar sorte

Mas não posso deixar de fazer aqui um festejo porque:

A MATILDE DORMIU A NOITE TODA!


Shshshshshshsh! Faz de conta que eu não disse nada :)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

À mulherzinha da minha vida!

Foi há 3 anos!
Mas, como qualquer história que se preze, nenhuma história começa no momento do nascimento, mas sim no momento em que é sonhada e desejada…

Por isso, foi há pouco mais de 5 anos, no dia em que eu e a tua mãe aceitámos ficar juntos para sempre, amar-nos e respeitar-nos e aceitar todos os filhos que Deus nos desse, que te começámos a amar.
Não sabíamos que filho íamos ter porque, se soubéssemos,… íamos amar-te ainda mais, desde o princípio.

Antes de te conhecermos, já nós te amávamos, só por seres fruto do nosso amor. Mas quando se olha para esse fruto e se vê como ele vai amadurecendo e ficando saboroso, como é misterioso e como evolui, faz com que nos apeteça ter uma taça cheia desse fruto.

O teu sentido de humor preenche-nos
A tua liderança orgulha-nos.
A tua teimosia envergonha-nos (por sermos iguais).
O teu carinho surpreende-nos.
A tua bondade enternece-nos.
A tua inteligência maravilha-nos.
A tua presença… completa-nos.

Se Deus nos tivesse pedido para escolhermos o filho que queríamos ter, não seria capaz de o descrever, mas quereria uma criança assim, igualzinha a ti. Um ser humano completo: cheio de virtudes e com alguns defeitos, para apimentar a coisa e tornar tudo mais bonito.

Sabes? Às vezes olho para ti a dormir… e não tenho medo de te ver crescer. Faz parte… Enquanto dormes, tranquilamente, também eu fecho os olhos e peço a Deus para que eu e a tua mãe sejamos dignos desta nobre, difícil, árdua e enriquecedora missão de te educar.
Rezo para que o nosso Amor seja exemplo para ti, como um farol no nevoeiro.
Rezo para que o respeito que temos um pelo outro passe para ti como se fosse assimilado.

E rezo para que tu cresças, não perfeita, não para seres “fantástica”, mas para seres especial, feliz e capaz de fazeres os outros felizes! 
Rezo para que tu sejas… simplesmente TU!
JP