terça-feira, 9 de agosto de 2016

Semana com o Pai #Dia1

Normalmente, todos os anos, existe uma semana (ou uns dias) onde a mãe tem que ir trabalhar e as pestinhas ficam só comigo: o Pai.
Às vezes fica uma, ou duas... Este ano ficam as 3! 5 dias!
Acho que é digno de registo para ver se consigo sobreviver!

Como no 1º dia, ainda viemos do local das férias, apesar de lhes ter perguntado se queriam ir à praia a resposta delas foi sempre que não! Ao chegar a casa percebeu-se porquê: tinham imensas saudades da casa delas: dos brinquedos, dos disfarces, da makeup (raparigas!) como se pode ver pelas fotografias.




Como o calor apertava, antes de almoço ainda quiseram dar um "mergulho", embora tenha sido à vez.



À tarde tive umas coisas para resolver, por isso, acabaram por ficar na casa da avó, durante uma parte da tarde.

À noite, ainda seguindo o ritmo das férias, a Matilde não parava de dizer que queria ir passear... E acabámos mesmo por ir passear, pelas ruas de Algueirão às 21h30. E acabaram por ir a um parque, que queríamos ir com elas... Nunca pensei que acabássemos por ir lá parar já perto das 22h00.

São tão bons os dias de Verão!

Se este blog fosse...

... sobre moda!

Tivémos um casamento há muito esperado :)

A principio era para ter repetido o vestido do outro casamento porque era com pessoas diferentes, mas a Mango tinha uns vestidos brutais baratissimos! Tipo pechincha :)

O meu marido (que é só o melhor do mundo) ofereceu-me! 

O vestido é giro, fica-me bem e foi uma pechincha :)





segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Novas leituras :)

O JP tinha-me oferecido há algum tempo um livro da Sara Rodi.

Ainda não tinha ido buscá-lo à prateleira porque como leio muito menos do que gostava normalmente tenho sempre as leituras atrasadas e por isso estava para lá.

Este verão agarrei nele e tumbas: já o li e gostei imenso!

Ja mandei a dica e tudo para me oferecer outro dela! Linguagem simples, a contar a história da senhora e de Portugal também, muito bom!


sábado, 6 de agosto de 2016

Em vez de uma semana, escreveria faz um ano!

Palavras tão, mas tão verdadeiras! Daqui!

Faz hoje uma semana que morreu o Padre Ricardo. Nas conversas de amigos, de gente que é paroquiana do Estoril, fala-se de outras coisas, mas a morte dele surge sempre. Nas duas missas a que fui (5ªf e 6ªf) a Igreja da Boa Nova estava cheia, a deitar por fora. Muitas centenas de pessoas daqui, mas também de outros sítios; muitas dezenas de padres, diáconos, acólitos, quatro bispos, o Cardeal Patriarca. O elencar aparentemente estatístico das pessoas obedece a um critério - não o da importância da pessoa que morreu, mas das tantas e tantas pessoas que ele tocou durante as suas funções no seminário, em Santo António do Estoril, em tantos casais e em tantas famílias. Mas também da forma como morreu - uma brutalidade num homem bom, com 42 anos.

O Padre Ricardo não tinha importância institucional. Actualmente seria fundamentalmente prior de uma paróquia, com uma ou outra função. A multidão que lhe fez companhia nas duas missas de corpo presente não seguiu uma personalidade relevante a nível nacional, um pensador com créditos firmados publicamente, um candidato a qualquer coisa ou alguém que já foi qualquer coisa. As pessoas seguiram o homem Padre Ricardo Neves - o homem que dava abraços como se não nos visse há anos, que nos conhecia pelo nome, que nos identificava a história, que nos desafiava com compaixão e amor firme até às lágrimas; o homem que ria, que fazia caretas, que nos dizia uma graça provocadora e que se ria das que lhe dirigíamos; o homem que tinha uma fé inquebrantável e uma agenda de loucos.

À minha volta vi vários homens comovidos. Gente feita e direita, de barba rija, alguns com a sua dose de estragos e dramas. Para cada um destes, para cada um de nós - para mim - não morreu o prior: morreu o homem que me ouviu, que me falou, que me ensinou, talvez que comigo tenha aprendido um módico de coisa nenhuma, que me fez perguntas cujo alcance só percebi mais tarde, que preferiu a compaixão ao cumprimento estrito de um regra seca e, sei lá eu, de uma quase desumanidade árida. Não morreu, de facto, o prior: morreu o Padre Ricardo que existia em cada um de nós, que vivia com cada um de nós. 

Com o desaparecimento do Padre Ricardo desaparece mais do que um interlocutor: desaparece quem me conhecia a alma e os dramas, os desejos e as alegrias; desaparece o homem mais pequeno a quem abracei forte e comovidamente depois de lhe desnudar tantas e tantas vezes a minha vida. Com o desaparecimento dele não acaba o meu mundo, mas fecha-se um ciclo na minha vida de paroquiano de Santo António do Estoril. Ainda não sei o que isso quer dizer, pelo que talvez volte ao tema.



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Nós vamos!

Diz que o Miguel Araújo e o António Zambujo esgotaram 20 concertos. Nunca fiz grande força para tentar ir vê-los mas até pensava que gostava de ir.

Mas sempre que ouvia que tinha esgotado mais uma data pensava sempre que devia ser impossível conseguir bilhete :)

Desta vez, pensámos que até gostávamos de ir, os amigos também, siga, vamos todos! 

E conseguimos bilhetes! YUPI!


quarta-feira, 3 de agosto de 2016