segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O que lá vai lá vai...

... como a música dos D.A.M.A. de que já falei aqui e que gosto muito, muito!

Mas a semana passada foi de doidos!

Desde IVA's para entregar, até agregados familiares para validar e faturas para dizer onde enquadram. Por amor de Deus!

Mas cabe na cabeça de alguém o contabilista ter de andar a validar as 5583 vezes que a pessoa vai ao Pingo Doce fazer compras?

Isto apenas para dar conta do meu desaparecimento.

Na semana passada foi isso, esta semana será de certeza outra coisa qualquer porque esta vida é isto!

Eheheh


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Faz de conta!

Nunca liguei muito ao Carnaval e não acho grande piada, mas as miúdas adoram e andam sempre mascaradas por isso a fatiota delas não pode faltar!

Em relação aos fatos que são comprados tentamos dar-lhe o máximo de uso... já são super aproveitados porque elas passam os dias mascaradas mas vamos repetindo as fatiotas de ano para ano :)

Este ano estão assim:

A capuchinho Matilde!

A capuchinho Margarida!

A porquinha Mafalda!

As manas!

O ananás Martim!

Os quatro!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Hoje...

Vemos o This is us desde o inicio :) naquela ânsia de esperar que chegue 5ª feira à noite, mas hoje... hoje é diferente.

Por um lado, quero que chegue... por outro, não quero!

Ao contrário do JP que se identifica com o pai, eu não me identifico assim tanto com a mãe :) Percebo imensas coisas que ela faz e como lida com as situações, mas gosto de olhar para a família deles como um todo... em que cada um teve o seu papel, até que houve ali um que faltou!

Eu não consigo imaginar a minha vida, a minha família, sem sermos nós todos... E isso é o que me "assusta" mais nesta perda que vamos viver.

O Jack vai fazer uma falta imensa, apesar de eu saber que ele como personagem vai continuar a existir. Toda a história vai continuar a ser feita das lembranças deles e das vivências deles...

No outro dia o Randall disse ao Kevin uma coisa que me marcou muito, quando disse que já tinham vivido mais tempo sem o pai do que com ele, mas é tão brutal a alteração que a ausência dele provocou nas suas vidas que ele ficará para sempre.

Os momentos mais felizes serão também os mais tristes porque ele não está lá... e a nossa forma de ver a série, numa solidariedade e empatia imensa com eles é de desejar que nunca passemos por algo assim. Apesar de sabermos que não está nas nossas mãos e que haverá casos perto de nós que terão essa falha na família...

É assim o This is us!




This is us - "O" episódio


Hoje à noite dá o episódio mais esperado, mas o menos desejado…
Não me lembro de nenhuma série me ter prendido assim tanto, nem na adolescência.
Hoje em dia vejo pouquíssima televisão. Mas o "This is us"...
Não sou o que pode ser considerado um “viciado” em séries, mas já houve algumas que eu gostava de ver e que acompanhava.
Mas o This is us, nesta idade, é diferente…

Isto é, efetivamente a nossa vida!

No meu caso ajudou-me a confrontar com uma realidade: o meu envelhecimento. Apercebi-me que a minha identificação é com o Jack (o pai da série!). Não é a versão de filho, mas sim "o pai de família"! Estou crescido! E ao ver a série dou por mim a transpor a minha vida para a do Jack: a dificuldade de educar, o querer dar atenção a todos os filhos, lidar com as desilusões deles, com as nossas, com as da mulher. Estar atento à mulher. Ser bom marido. Ser bom profissional. Ser bom pai. Ser boa pessoa. Adiar sonhos e projetos. Encontrar-se a si próprio. Lidar com as suas crises. Lidar com os seus fantasmas. Estar atento aos outros.

O Jack é magistralmente perfeito na sua imperfeição.
E eu dou por mim a querer ser igual a ele.
O Jack tem fraquezas. O Jack tem vícios. O Jack falha.

Mas o Jack é optimista. O Jack é humilde. O Jack é apaixonado pela vida, pela família e, essencialmente, pela mulher.

É desta paixão que lhe vem a força para a vida. E cada vez que o Jack falha nós sofremos com ele.

Ao acompanharmos a série podemos ver os filhos em idade adulta e conseguimos vislumbrar a influência do Jack e as consequências da ausência do Jack em grande parte da vida deles.

Como teria sido diferente se o Jack tivesse vivido e tivesse podido acompanhar o seu crescimento mais tempo e dar-lhes conselhos?


Esta noite o Jack vai morrer.

E com esta morte confrontamo-nos com a vida não ser como a sonhamos, como a planeamos.

Constatamos que não temos a vida – nem nada – nas nossas mãos. Hoje vamos assistir como é que um incidente (que aconteceu há 20 anos atrás) provocou uma curva e uma alteração vertiginosa no rumo das vidas de várias pessoas, com consequências ainda hoje.

É ficção. Não é verdade. Mas há tantas vidas assim.

As nossas vidas são assim: com acontecimentos inesperados que nos marcam e moldam, inevitavelmente para a vida inteira.

Hoje o Jack vai morrer.

Hoje, um bocadinho daquela família vai morrer.

E eu vou sentir como se também eu morresse um bocadinho, porque nem sempre conseguimos alcançar todos os sonhos, porque a vida é curta e muitas vezes adiamos esses sonhos!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

As manhãs

As manhãs costumam ter várias fases...
Após a fase do acordar, vestir, comer e pôr no carro (versão resumida sem as birras e outros afins...), há a chegada à escola... que costuma ser assim:
Com mais ou menos sacos ou mochilas e casacos e fraldas... o cenário é mais ou menos este.

Pois que hoje a birra (com direito a lágrimas e zangas de irmãs) era sobre quem ficava com a mão inteira do pai!

Até que a Matilde diz:
- Não é justo. A Mafalda tem a mão inteira e eu só tenho um dedo.
A mão da Mafy é tão pequenina que podia ficar só com o dedo para eu poder dar a mão...

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Perguntas de crianças #2

Matilde (como quase sempre...):
- Pai, a avó Luísa e o avô Arlindo já se casaram?
- Já!
- Mas eles nunca dão beijinhos na boca...
- Deve ser porque nunca viste.
Matilde fica a pensar e conclui:
- Não. Eles não devem dar porque são muito, muito velhinhos...


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018