sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O que lá vai lá vai

Sou um pouco assim na minha vida! O que passou, passou e não fico muito a remoer.

Mas não sou de esquecer... 

Aprendo muito com os meus erros e com aquilo que faço bem :)

No outro dia tropecei nesta musica, na rádio. Gosto dos D.A.M.A.... são um grupo para miúdas mas as letras deles, cheias de trocadilhos são muito boas!

Gostei muito da musica!


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Temos desportista!

Ontem foi o corta-mato na escola :)

No ano passado a Guigas ficou muito triste porque ninguém a tinha ido ver... erro nosso que pelo facto de não ligarmos nenhuma a desporto achámos que ela também não ligaria.

Este ano fomos fazer claque e ela fartou-se de correr!

No final ficou em 6º mas estava muito contente por ter tido o nosso apoio!





segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Saída a dois :)

Eu tinha TANTAS saudades de ir ao cinema! TANTAS!

Fomos no fim de semana... O JP escolheu o filme... eu estava numa de vejo qualquer coisa, quero é ir ao cinema contigo. 

MAS o filme que vimos foi BRUTAL!!! 

Foi tão bom, tão bom! Chorámos muito (quase tanto como no This is us!) mas fez-nos olhar para a nossa vida e partilhar coisas que acho que não tínhamos falado nunca. 

Gostei muito, muito mesmo! "Homem de familia" quem puder ver, aconselho mas levem os lenços ;)


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Bom gosto :)

Gosto imenso do Diogo Piçarra... acho que gosto de todas as músicas dele que já ouvi na rádio :) 

Gosto imenso desta versão!


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017

A minha Margarida!

É neste dia que me sinto sempre uma mãe babada.

Não é por ser minha filha, mas a Margarida é um ser extraordinário... e é dela mesmo, não sei como se está a sair assim... não sou eu que a ensino!

É de uma responsabilidade fenomenal (ainda mais que os pais), de uma proteção com os outros no geral e com os irmãos em particular (mãezinha mesmo), de uma naturalidade, emoção e envolvência que me apertam o coração :)

Apertam o coração de alegria por ter dado à luz e ajudar a educar um ser tão bom! E apertam o coração por ter "medo" que a vida faça mal a uma pessoa tão bonita.

A própria Margarida está a aprender a viver e a lidar com este seu ser e estes sete anos têm sido cheios de vida e de amor!

Nunca pensei que aquela miúda que escangalhou a minha ideia de um parto natural, que perdeu peso ao fim de dois meses e estragou as minhas teorias de amamentação, que não comia a sopa nem por nada e estragou o meu conceito de alimentação em crianças, hoje pudesse ser esta mini-pessoa :)

Tem tanto de responsável como de graça quando discretamente se veste a imitar-me... quando dá desculpas para que façamos o que ela quer...

Não há mérito nenhum meu, nesta mini-pessoa é mesmo só graças a Deus! E é a Ele que agradeço estes 7 anos!

Parabéns minha querida Guigas! Muitos Parabéns!












quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Livro 14!

Eu gosto de livros históricos, mesmo que romanceados mas não acho muita graça quando a coisa foge um pouco da realidade.

Este livro é um pouco assim e por isso demorou a ser mastigado... mas como estava convicta que o queria terminar no mês de outubro, assim foi!

No dia 31 lá o terminei... como dizia é muito fantasiado para o meu gosto e revelou pouco de quem foi esta personagem da história. É uma pena pois achei que teria muito mais para dar!

Enfim, estava na prateleira para ler há séculos e agora está lido!



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Parabéns! (Do teu namorado!)


Há 13 anos atrás acordei de forma diferente. Tinha uma namorada! E a minha namorada fazia anos!

Já tinha preparado uma festa especial para este dia antes dela ser a minha namorada. “Só” por ser a minha melhor amiga. Ela já era especial!

Era um segredo que tínhamos, o de sermos namorados. Lembro-me tão bem – apesar de terem passado 13 anos – do que senti nesse dia, do beijo que demos quando nos vimos, da primeira vez que passeámos juntos de mãos dadas. As mãos ainda não se encaixavam totalmente uma na outra. Ainda não sabíamos se eu preferia ir do lado direito ou do lado esquerdo. Se a mão ficava por cima ou por baixo se os dedos ficavam entrelaçados ou todos juntos.

Mas tirando isso, ainda havia TANTA coisa que não sabíamos. Havia todo um mundo a descobrir.

Nestes 13 anos fui descobrindo quem era esta minha namorada.

Arrisco a dizer que ela própria foi descobrindo quem era….

Mas ainda mais especial do que isso foi o facto de podermos descobrir quem é que ela poderia ser! Quem é que “nós” poderíamos ser!

Essa é a “magia” de uma relação: ajudarmo-nos a descobrir quem poderemos ser! Ajudarmos o outro a querer todos os dias mostrar o seu melhor lado!

Há 13 anos isso era fácil. Só havia o melhor lado. Depois, de uma forma intervalada houve o menos bom. Depois houve o mau. Depois houve o verdadeiramente mau. Depois houve o péssimo. Quebramos barreiras e mostramo-nos como somos.

Mas construímos uma vida a dois e, por isso, também houve momentos bons. Momentos verdadeiramente bons. Momentos ainda melhores. Momentos fantásticos. Momentos espectaculares. Houve momentos de eternidade. Houve momentos para a vida inteira!

Hoje, 13 anos depois, esta mulher que hoje faz anos, não é a mesma miúda de 22 anos. Apesar de não deixar de o ser….

É uma versão 1.35 dessa miúda, com upgrade, novas funcionalidades, alta resolução, possibilidade de andar para trás e para a frente, ecrã táctil, sistema toutch, bateria de longa duração, bom alcance de rede, wi fi, dados móveis ilimitados, armazenamento ilimitado, múltiplas apps instaladas,…

Hoje, esta miúda, a minha miúda, faz anos. E eu, apesar de também não ser o mesmo de há 13 anos atrás, sinto o mesmo frio na barriga e a mesma vontade de lhe dar a mão e de mostrar a toda a gente que já sabemos perfeitamente como é que a nossa mão se entrelaça, já sabemos outros segredos da nossa vida e vivo feliz, à espera de descobrirmos juntos, tudo o que a vida ainda tem para nos ensinar: a mim e à minha – eterna - namorada!





35 coisas que aprendi!

1. Os nossos pais não são os melhores do mundo (apesar de tu continuares sempre a afirmá-lo)
2. No seguimento do ponto 1, tu também não serás a melhor das mães (mas esperas que os teus filhos queiram sempre afirmá-lo)
3. Existem amores para a vida toda
4. Os melhores amigos contam-se pelos dedos
5. Nunca sabes tudo de toda a gente
6. O trabalho dignifica uma pessoa
7. A vida é muito melhor quando estamos acompanhados
8. Os milagres existem
9. Somos mais felizes quando vivemos o bem
10. Os erros dos outros são deles
11. Nunca conseguirás salvar o mundo
12. Se fores cordial com as pessoas sentes-te bem contigo
13. Deves contrariar as coisas menos boas em ti
14. O dia mais feliz da minha vida foi o dia do meu casamento
15. Ter filhos é muito bom mas é muito cansativo
16. A vida tem sido muito feliz
17. Às vezes tenho sorte em algumas coisas, mas na maioria das vezes tenho muito trabalho
18. Há atitudes das outras pessoas que te fazem pensar nas tuas próprias atitudes
19. Casei com o meu melhor amigo
20. Quando queremos, conseguimos fazer muita coisa
21. Há pessoas que não querem e por isso fazem pouco (temos de viver com isso)
22. Que o facto de alguém estar com um sorriso na cara não significa que não tenha problemas
23. Não comemorar o aniversário não significa que não se goste de fazer anos
24. Treinar a paciência é um exercício que devíamos fazer todos os dias
25. Passei três anos destes 35 grávida! :)
26. Aprendi que nem todas as pessoas fazem as coisas como eu, mas isso não significa que eles estejam errados e eu certa
27. Aprendi que os nossos amigos também nos rejeitam sem querer, às vezes
28. De acordo com o ponto anterior nós também rejeitamos os amigos, sem querer, às vezes
29. É bom preparar surpresas e devia fazê-lo mais vezes
30. Às vezes, temos de fazer coisas que não nos apetece
31. E muitas vezes temos de adiar coisas que apetece fazer para fazer outras
32. Nem todos temos o mesmo conceito de urgência
33. Devemos aprender e cuidar das relações que temos.
34. É possível ler livros (grandes) com quatro filhos
35. Se aprender uma coisa por ano a vida já vale!



terça-feira, 7 de novembro de 2017

13 Anos!

E as 13 coisas que te quero dizer :)



1. Sou muito mais feliz hoje do que há 13 anos
2. Também sou melhor pessoa desde que estás comigo
3. Adoro que me faças rir
4. Gosto muito de acordar ao teu lado
5. Adoro a nossa família
6. Adoro que cozinhes para mim!
7. Gosto do teu aconchego
8. Gosto muito dos teus abraços
9. Gosto muito de te ver ser pai
10. Adoro os abraços que dás às nossas filhas e filho :P (continua a ser estranho dizer isto assim)
11. Adoro a nossa ronha de domingo de manhã
12. Gosto muito de me lembrar de há treze anos e ver como somos hoje
13. Obrigada por tudo!


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Quase Natal?!?!

Não é, mas como gosto de preparar as coisas com antecedência não consigo deixar de começar a pensar na época natalícia.

Mas não sou a única! :P

E por isso, uma das iniciativas às quais faço publicidade há já uns anos, e a qual adiro são os Anjinhos de Natal!

A ideia é ajudar uma família que tenha mais dificuldades a comprar dois presentes para uma criança: um brinquedo e roupa. 
Todas as crianças gostam de receber coisas novas e por isso a ideia é dar essa oportunidade até ao que têm menos.

A possibilidade de adopção começou hoje, nós já nos candidatámos :), aproveitem e façam-no também!




terça-feira, 17 de outubro de 2017

A crescer!

Hum?! Que leite cor de laranja é esse que tens aí mãe?


É para eu provar? Deixa cá ver?


Hum... é um bocado diferente... um bocado esquisito!


Deixa-me provar com a minha mão!


Afinal é bom! Estranha-se mas depois entranha-se! :)


A jogar às escondidas

As minhas filhas estão numa fase em que se divertem imenso a jogar ás escondidas...

Se fechar os olhos consigo ouvi-las a correr e a dizer: 123 Guigas não salva ninguém!

Tão estranho poder fazer um paralelismo entre um jogo e a nossa vida. Estes fogos, esta confusão toda que o nosso país tem vivido parece, de facto, um jogo.

Não fosse tão grave e tudo o que se tem dito na televisão daria vontade de rir.

Eu sinto-me chocada... profundamente chocada com tudo o que vejo e oiço... 

Em Junho senti empatia com as pessoas que morreram. Eram famílias, como a minha que estavam em sítios giros a passar férias, fins de semana, como eu também estive com os meus e que ficaram ali. Mas pronto, era uma situação excepcional, nunca antes vista, bla, bla...

Agora, arderam sítios que são parte de mim... o Chão do Rio onde estivemos há menos de um ano e onde queria mesmo voltar e São Pedro de Moel... S. Pedro de Moel é como se fosse a minha terra! Onde íamos/vamos todos os anos, recuperar forças, respirar ar puro (que já não há...)

Fecho os olhos e ouço contar... parece que está na altura de nos escondermos outra vez.

Porque é isso que fazemos... escondemo-nos a trás de um voto, ou de uma não ida ás urnas, elegemos pessoas que se preocupam a sério com coisas pouco sérias e que não querem, nem estão dispostas a proteger-nos.

E nós, o que fazemos? Escondemo-nos... deixamos estar, até daqui a quatro meses termos as televisões cheias de alarvidades e este sentimento outra vez.

Não sei se vai ser desta que vou pôr mãos à obra. Na realidade, nem sei muito bem o que poderei fazer e reconheço que também sou boa a esconder-me nestes momentos... se há coisa que sei é reconhecer quando também tenho a minha dose de culpa.

Infelizmente, ainda vamos ouvir muitas vezes:

123... este governo não salva ninguém! 





sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Encerrar o centenário

Parece um bocado estranho mas nunca tinha ido a 12 de outubro a Fátima... e mesmo o 12 de maio não tenho bem a certeza se havia ido ou não.

Este ano, o 12 de maio era obrigatório ia lá o Papa Francisco. Fomos vê-lo, claro.

Decidimos ir também ontem... foi tão bom!


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Todos estamos a Caminho

E é bem verdade!
 
Já vi este musical duas vezes... na primeira fiquei só a avaliar, à espera da surpresa, de ver o que aí vinha.
 
Ontem fui novamente e saboreei muito mais. Já sabia as musicas, já sabia a história e pude reparar nos pormenores. Nas coisas que na primeira vez não vi...
 
Da primeira vez saí com a interrogação se alguma vez voltaria a peregrinar a pé a Fátima... ontem nem pensei nisso... Pensei que muitas vezes temos coisas na nossa vida que são para nos pôr a pensar e que se mudarmos de vida, isso é estar a caminho.
 
Não sei o que move cada um, se é fé, se é fezada, se é esperança ou desejo de superação, caminhar para Fátima, além de devoção é Amor e eu sei que só o Amor nos salva, a caminho e rezando!



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Foi ontem!

O aniversário do meu João Pedro!

Meu amor para sempre!

Mais que palavras para escrever partilhámos o dia! 

Estivemos juntos, em família (a só nossa e a alargarda) porque quando entraste na minha vida não sonhava que seria tão mais completa contigo!

Parabéns! 

Pelo aniversário, por quem és, por quem me ajudas a ser, por quem somos e quem educamos.

Amo-te! E espero podermos partilhar muitas vezes este dia!

À nossa! ;)



quinta-feira, 28 de setembro de 2017

13

Mais um!

Os livros do Nicholas Sparks são daqueles que se lêem sem parar. Embora não tenha sido das minhas histórias preferidas, li-o rápido e é uma história típica dele :)


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Coisas bonitas!

Na sexta-feira o Pe. Ricardo faria 45 anos...
 
No Estoril eternizou-se a sua passagem por lá com uma rotunda com o seu nome... foram muitas pessoas que estiveram presentes e mostraram as saudades que tinham. Eu também...
 
A seguir rezámos o terço!
 
Quase tocámos o céu!

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Ano Novo!

Lá foi a nossa Guigas desdentada para o 2º ano! :)

Ontem fiz uma maratona a forrar livros mas o entusiasmo de a ver com o material novo e cheia de vontade de recomeçar aquece o coração e faz-nos sorrir!

Um bom ano letivo para todos! :)


Fica a experiência!

No fim de semana fomos em família comemorar os nossos 9 anos de casados.

Já tínhamos marcado há imenso tempo, e a curiosidade era alguma, e foi desta que fomos ao Zmar.

Andava para aí tudo a falar do sitio e várias bloggers e a curiosidade era muita!

Ora bem, na realidade venho com um feeling agri-doce...

Chegámos lá sexta-feira à noite, e sendo aquilo enorme, o nosso bungallow ficava nos confins da herdade e o cartão não abria a porta. Ligámos para a recepção que mandaram lá um senhor, mas o senhor demorou meia hora a chegar (literalmente, não estou a exagerar).

Depois trocou as pilhas do sensor. Cada sensor leva quatro pilhas o que por aí já não me parece nada ecológico. 

Em relação às instalações, ao espaço em sim, o pequeno almoço - que é por turnos para evitar as confusões - está muito engraçado e bem conseguido. A piscina é enorme, tem uma piscina de ondas bem divertida, tem imensas atividades - jogos, danças e macacadas - tem um espaço de crianças com um parque enorme muito giro e com umas diversões que são mais para os pais do que para os miúdos.

O nosso bungallow tinha uns problemas com as venezianas que estavam estragadas e o chuveiro também estava partido mas ligámos para recepção e vieram logo tratar de minimizar os danos.

Onde há uma grande falha, na minha opinião, é nas informações que prestam aquando do check-in. O Zmar tem várias especificidades que não há noutros sitios e que devem ser bem explicadas. Por exemplo, qualquer compra que queiramos fazer temos primeiro de carregar um cartão, depois gastamos (tipo escola, estão a ver?) e à saída devolvem o remanescente que lá esteja. Esta parte não nos foi explicada de todo...

Outra coisa, que para mim também falha é que são muito ecológicos e têm ecopontos por todo o lado, mas dentro do bungallow não tenho nada onde possa separar o lixo. Só existe um caixote e eu não levei vários sacos de maneira a fazer a separação do lixo...

Resumindo e baralhando, o sitio é muito giro, está muito bem pensado, mas é um conceito, na minha opinião, caro para aquilo que é e com o qual não me identifiquei ao ponto de ficar maravilhada.



sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Isto de crescer também é giro!

Não sei muito bem qual é a panca dos miúdos mas a Guigas andava há séculos a desejar que lhe caíssem os dentes.

Ainda por cima na escola tinha imensos colegas a quem já caíram três e quatro dentes e a ela, nada!...

Pois que ontem caiu o primeiro dente!

Guardou-o debaixo da almofada e não é que a fada apareceu? Deixou-lhe uma bandolete e dois elásticos! Ele gostou e está feliz porque está a crescer!


P.S. É só para avisar que a fada só aparece quando cai o primeiro dente e não dá dinheiro nunca. 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Um dia bonito :)

Há 9 anos o dia acordou assim... feliz!

Na realidade, o meu coração pertencia-te desde sempre, mas há nove anos passei a ser inteiramente tua!

Se me pedissem para escolher uma foto, escolheria a do nosso abraço :) como todos os abraços que demos ao longo destes anos e em que sempre senti que tinha chegado a casa.

O teu aconchego, o ritmo do teu coração, o calor do teu corpo, tudo em ti me leva a encontrar-me a mim mesma!

Sei que pode parecer lamechice muito do que fazemos e do que vivemos, mas contigo até a lamechice faz sentido :) e dou por mim a desejar que seja dia 7 novamente e a pensar qual será o próximo presente!

A caminhada que temos feito, a família que construímos e os sorrisos que mostramos são como este abraço: o mais genuino de nós mesmos!

Amo-te!


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

12/12

Prova superada!

E que supero! 

Li a maior trilogia de sempre! Em tamanho e em história! Aconselho vivamente qualquer pessoa a ler... É fantástica a forma como Ken Follet descreve as Guerras Mundiais, a vivencia da separação devido ao muro de Berlim. A ascensão dos países e da sua importancia no mundo.

Os livros são os três muito bons, os personagens fantásticos, como se fosse uma novela... vao deixar saudades!

Com este livro, cheguei ao numero de livros que queria ler este ano e por isso também esse desafio foi superado! :)




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Coisa nunca vista...

... cá por casa...

Uma coisa estranha, que nunca havia sucedido e que até mexe um bocadinho com o sistema :P

A barriga até dá voltas!

Fomos comprar o material escolar e... pasmem-se!!!

Comprámos uma mochila de rapaz (Eish.... a malta da igualdade de género a trepar às paredes!)

Verdade! Existe mochila de rapaz e mochila de menina... as de menina são cor de rosa e ás flores e com princesas (todas as que tivémos até agora) e as de rapaz são azuis, do homem aranha e dos cars (que é a que nós comprámos!)


quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A grande novidade

A Mafy está uma crescida!

Já não usa fralda :)

O deixar a fralda foi relativamente fácil... já nos tínhamos apercebido que na escola ela já estava a deixar, mas em casa não pedia nunca para ir a sanita e também não insistimos.

Assim que fomos de férias dissemos-lhe que ia passar a usar cuecas e que tinha de pedir para ir à sanita. Descuidou-se umas três vezes... a partir daí pediu sempre.

Depois diz que não quer usar cueca nem na sesta, nem à noite... arriscámos e também não faz!

O mais difícil tem sido o cócó... como tem de estar um pouco à espera acaba por se retrair e depois não faz e depois tem vontade e pede para ir fazer umas vinte vezes antes de fazer mesmo... às vezes acaba por fazer nas cuecas... ainda assim tem corrido bem, estamos orgulhosos!

A nossa Mafy está uma crescida!


11/12

Quando nos colocamos um objetivo que achamos ser difícil e nos apercebemos que estamos mesmo a conseguir concretiza-lo fica aquela sensação de júbilo que enche o coração.
 
No ano passado tinha-me colocado como meta ler este ano no verão a big trilogia do Ken Follet... sabia que seria um grande desafio e por isso não sabia se estava à altura.
 
Depois, sabendo que ia ter um bebé pequenino em casa durante o verão ainda achei que seria mais difícil mas até tem estado a correr bem.
 
O segundo livro é sobre a segunda guerra mundial, os personagens principais são já a segunda geração e apesar de ser o livro mais pequeno tem 828 páginas... é dose! A história é muito gira, muito bem escrita e revela muito do sofrimento que se viveu por causa dos nazis.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Uma questão de identidade

Há sítios que fazem para sempre parte de nós.

Como o sitio onde passávamos férias em adolescentes, por exemplo... Para mim, Ponte de Lima será sempre muito especial por isso... mesmo que hoje não me diga nada ou diga pouco porque quando vou lá já não tenho os meus amigos à minha espera, nem idas ao rio, nem saltos da ponte...

Os sítios vão mudando conforme vamos crescendo e vivendo mas farão sempre parte de nós e da nossa vida!

Gosto muito de passear e de voltar aos locais onde sou feliz! Fazem o coração bater mais depressa e aumentar de feliz que está! :)


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

10/12

Afinal, apesar de tudo, mãe de 4 ainda consegue ler :)

E livros grandes! Este tem 900 e tal páginas e, só algumas pessoas compreenderão, é um Ken Follet!

O tema é a Primeira Grande Guerra que é um dos que mais me apaixona e é tão giro, tão giro que entramos na história como se de uma novela se tratasse...

Este ano desafiei-me para ler esta trilogia enorme e o primeiro já está! :)


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Quem acompanha!

No sabado, depois do casamento, apanhamos um pequeno susto com a Mafy.

Deitamo-nos sossegadinhos e passado uma hora acordei com a Mafy com uma tosse horrivel e cheia de falta de ar.

Liguei para a linha de saude 24 e aconselharam a ir a urgencia. O hospital mais proximo era o hospital de Setubal e do sitio onde estavamos demorava-se uma hora a chegar.

Assim sendo, la foi o JP com ela dado que eu para todo o lado onde vou tenho um apendice. E surge uma boa questao: quem deve acompanhar as criaturas ao medico? O pai ou a mae?

Ca em casa, quem tem esse papel normalmente sou eu, mas se eu tiver alguma coisa que nao possa adiar ou se der mais jeito ir o pai nao me importo nada. Pelo contrario, que o JP pergunta sempre os pormenores todos e tem sempre interesse em ver de onde vem as coisas e isso tudo.

Mas é mais normal ser a mae a acompanhar as criancas as consultas.

Entretanto a Mafy teve uma laringite, fez aerossol, voltou para casa e ficou bem!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Fechar de ciclo

O meu primo mais velho que faltava casar, casou este fim de semana!

Casou com uma moça russa pelo que o casamento foi bem divertido.

Ele havia vodka para toda a gente, matrioskas e foi bem giro!

Houve dois gestos que se fazem nos casamentos russos e que achei muito giros. 

Num, no fim dos noivos trocarem as alianças trazem um bolo e cada um dos noivos tem de tirar um pedaço com a mão. Quem tirar o pedaço maior será quem manda em casa. Foi ela que tirou, claro!

Depois deitam um pouco de sal em cima do bolo e oferecem ao outro para comer. E ouve-se alguém dizer: que este seja o ultimo sal que oferecem um ao outro, a partir de agora só doces.

Depois numa outra altura as mães têm cada uma, uma vela acesa e acendem uma outra que está na mão da noiva acompanhada de um texto sobre a felicidade do casal. 

E pronto, o meu primo já casou!!! Eheheheh!


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Um dom!

Há pessoas que têm Deus na voz... (não é o meu caso 😊) tenho o privilégio de conhecer algumas e de, às vezes ter a benção de ouvir algumas como se estivesse no céu...

Gosto muito de musica, sempre gostei, e se há coisa que gosto é de ir no carro e ouvir musicas bonitas!

Esta é uma das que me enche o ouvido!


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Dia dos avós...

... confesso não ligar muito a este dia...

Quando era miúda não me lembro de o festejarmos, talvez porque como é em plenas férias do verão a escolas não ligassem muito...

Mas ontem recebi o mail da APFN com a mensagem para este dia e achei-a de uma beleza tão profunda, tão verdadeira e tão intimista que tenho de partilhar (se calhar são só hormonas :P )

DIA DOS AVÓS
            Mensagem    


Hoje é o dia deles. Que apesar das dores de costas levam os netos às cavalitas. Que os levam de carro à escola, à ginástica, à música, ao inglês e ao fim do mundo se for preciso. Que se preocupam se um casaco é suficiente para o frio que faz lá fora, ou se os pequenos estão a apanhar demasiado sol. É o dia deles, que se esquecem da chave ou da carteira, mas nunca do que prometem aos netos. É o dia de quem nunca nega colo, dia dos que inundam a cozinha de cheiros maravilhosos e nos enchem os pratos, mesmo quando não conseguimos comer mais (estás muito magrinho/a!). É dia dos avós! Dos pais com açúcar. Dos que, curvados ou direitos, dão a mão aos netos para atravessar a estrada da vida. Sem eles, os pais teriam a vida muito dificultada. Eles que sabem desacelerar, para tomar atenção ao quanto os netos crescem e mudam todos os dias. Que têm rebuçados e mimos escondidos pela casa, uma moedinha para um gelado ou um conselho para todas as ocasiões. Desengane-se quem pensa que os avós são velhos! Têm alma de jovem, sobretudo quando estão com os netos! Aprenderam a lição da paciência e sabem fazer tempo.
A APFN saúda todos os avós, simplesmente pela sua presença na vida dos filhos e dos netos. Pela gratuidade com que os assistem. Pelo amor incondicional e pelo papel incontornável que têm nas nossas vidas, não só como suporte emocional ou financeiro mas sobretudo como educadores e como a rede familiar que falta a tantos. Juntos somos família. E precisamos cada vez mais de uma cultura de família, onde cada um tem o seu papel. Onde cada um é valorizado e respeitado como é. E na hora da velhice, quando o cansaço já não permite correr atrás, saibamos desacelerar por eles também, dar-lhes a paciência que eles sempre tiveram connosco. Pois é dando que se recebe. E quem melhor que os avós para nos ensinar essa lição de vida!
Bem-haja a todos os avós!
Que seria de nós sem (a)vós?!


terça-feira, 25 de julho de 2017

Licença de paternidade!

Defendo a importância que pai e mãe têm para a educação de um filho.
E, para mim, esse papel na educação, começa quando são pequenos, logo nos primeiros dias de vida.
Sempre quis assistir aos partos, sempre quis estar presente nos primeiros dias e nas primeiras semanas de vida dos meus filhos.
Tal como a mãe já disse, a quantidade de dias que fui gozando divergiu de filho para filho, pela legislação da altura e pela época do ano em que estamos.

Para mim, uma das coisas mais importantes que existem nestes dias em que estamos em casa é de ajudarmos as mães a encontrar o seu papel de ser mãe. Quer queiramos quer não, nesta fase, o principal papel que muda é sempre o de mãe! Ou porque o passa a ser, ou porque deixa de ser de um só filho, etc, etc.
Por isso, em primeiro lugar, para mim, sinto que me compete estar na retaguarda, atento ao que é preciso.

Assim, quando nasceu a primeira filha, o papel foi muito "maior" com essa filha que acabou de nascer: a mãe dá de mamar, o pai põe a arrotar; o pai dá o banho e a mãe fica a ver; ficamos os dois a babar para cima do bebé.
Quando nascer o 2º, senti que o meu papel nessa área ficou mais reduzido. E concentrei-me em dar atenção à mais velha. Garantir que sentia o menos possível. Com uma visão de "fora" ver quando é que a mãe lhe devia dar atenção e dizer: hoje vais tu dar banho à mais velha e eu fico com o bebé. 
E à medida em que eles vão nascendo (tipo cogumelos!) sinto que, nesta primeira fase em que o bebé que chega é altamente dependente da mãe, o meu papel passa por equilibrar "as contas com os mais velhos". Aliás, como já disse outra vez, uma coisa fenomenal que acontece é, de noite, na maior parte das vezes eu só acordar com as mais velhas e a mãe só acordar com o bebé.
Além disso, por saber que o desgaste da mãe vai ser maior quando eu voltar a trabalhar, tento aliviar um pouco nessa fase em que estou em casa, ficando mais vezes com ele: a aturar birras e choro, porque sei que daí a uns dias, não vai haver outro colo para ele poder ir.

Por fim, outra questão essencial nestes dias que o pai e a mãe estão em casa é o de namorar! Conversar muito. Aproveitar quando o bebé está a dormir para falar. Aproveitar para almoçar juntos. Para passear (dentro da possibilidade da mãe e do bebé). Aproveitar essa fase para nos encontrarmos os dois, porque depois com o regresso ao trabalho primeiro de um e depois de outro e ao encontrarmo-nos só ao final do dia, com 3 crianças carentes de atenção, um bebé com cólicas e vontade de mamar, casa para arrumar, roupa para lavar e loiça para pôr em ordem, fica menos tempo disponível para nos encontrarmos como casal. Por isso, é importante encontrarmo-nos agora.
E sentimos que o temos feito muito bem!

Depois de tudo isto, há ainda uma quesito fulcral: é que, apesar de tudo (os momentos maus, os stresses, as dificuldades, os dias de fugir...) quer eu, quer a mãe gostamos muito do que fazemos! 
Assim, apesar de sairmos da preguiça de casa, não é assim tão mau voltar a trabalhar: porque podemos marcar a diferença onde estamos. Cumprir com a nossa parte para a construção da sociedade e isso também nos deixa felizes!


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Licença de paternidade ( a do pai mesmo!)

Recuso-me a aderir à nova moda da licença de parentalidade porque pode ser gozada de igual forma pelo pai ou pela mãe...

Ela pode ser de facto ser gozada por um ou pelo outro mas a igual forma não existe :P

Polémicas à parte, o pai hoje regressou ao trabalho! Não tenho bem a certeza se foi igual com todas mas normalmente o JP fica em casa durante as primeiras três semanas, o que dá mais ou menos 15 dias úteis e depois os restantes a que tem direito fazemos como nos dá mais jeito em termos pessoais ou de trabalho.

O numero de dias da minha licença também varia conforme a altura do ano em que estamos e as mensalidades que temos ou não de pagar na escola... Parece um bocado parvo dizer isto assim quando, na realidade, devíamos fazer o que é melhor para a criança e faz muito bem à mãe e à criança estarem o máximo de tempo de juntos e isso tudo...

E eu concordo! Especialmente nos casos em que a mãe trabalha por conta de outrem, e quer esteja a trabalhar quer não alguém faz o trabalho dela e ela não tem de estar a pensar em mais nada se não na criatura e em dar-lhe de mamar.

Não é o meu caso... (por um lado infelizmente, mas por outro felizmente!)

Assim sendo, cá em casa as licenças gozam-se conforme dá jeito e normalmente com o telefone pendurado no ouvido e o e-mail a ser consultado muitas vezes. E isto é válido para a mãe e para o pai!

Ainda assim, prefiro viver estes momentos a dois do que sozinha. Gosto muito destas três semanas em que nos vamos gerindo e habituando a ter mais uma pessoa em casa. Desta vez aproveitámos para organizar a casa, coisas que ainda tínhamos pendentes da mudança há mais de um ano mas que nunca mais mexemos.

Fizemos planos para as férias, lemos, aproveitámos para descansar e também gozámos aquelas coisas típicas da licença: dar de mamar de três em três horas ou menos... não dormir... andar com a criatura que está a chorar e gemer ao colo... trocar 50 fraldas por dia... Tudo a que se tem direito!

Agora cabe-me viver estas coisas sem a preciosa ajuda do pai e o pai foi ganhar o nosso sustento que bem precisamos!



quinta-feira, 20 de julho de 2017

Amamentação - algum segredo?

Na sexta fui pesar o miúdo!

A primeira vez que vamos pesar é sempre de grande expectativa... aquela cena de ver se está a engordar ou não :)

O Martim engordou 260 gramas!

As irmãs também engordaram sempre bem no inicio, mas isto da amamentação tem que se lhe diga! E é mais uma daquelas coisas em que há muita teoria, muita conversa, e compreensão pelas mãe muito pouca.

A Margarida engordou lindamente no inicio, quando chegou ali aos dois meses perdeu umas gramitas de peso... estão a  ver a cena, né? Primeira filha... eu tinha toda aquela lavagem cerebral de que dar de mamar é que é, o vinculo, os anticorpos, e tem de ser em exclusivo e beca beca... 

Senti-me péssima! Não conseguia que ela mamasse como deve ser, sentia uma pressão gigante só de desejar que ela engordasse e era uma cena minha... a pediatra com calma a dizer que era uma fase, que ia passar... optei por dar-lhe suplemento uma vez por dia. 

E ela voltou a engordar... e eu fiquei óptima, tanto que voltei a dar de mamar em exclusivo mas percebi que ganhei uma coisa de que precisava muito... a liberdade de não estar presa à amamentação 24 horas por dia. 

Vergonha! Qual é a mãe que não quer estar sempre colada à criatura? Qual é a mãe que fica bué feliz porque há um momento em que alguém pode dar um biberão à criatura para a mãe estar sozinha não sei onde, nem que seja na cama deitada? Pois! Mais uma coisa para me fazer sentir péssima!

No meio disto tudo, a Margarida acabou por mamar bem, até aos 15 meses, é uma minorca, ficou doente logo com um mês e portanto o meu leite nem lhe deu anticorpos, nem cresceu muito e pronto.

Esta experiência toda logo na primeira filha deu-me uma perspectiva diferente para as outras... estava mais numa de se mamar mama, se não mamar bebe biberão (também fui alimentada a suplemento e estou aqui...) 

A Matilde mamava em 2 minutos e engordava brutalmente. Sem stress algum do outro mundo, ao fim do mês apareceram-lhe umas manchas horrorosas na pele e tivemos de interromper para ter a certeza que não era eu que estava a passar a bicheza à miúda. Nessa altura bebeu suplemento durante 48 horas, mas retomou a mama normalmente e mamou até aos 9 meses. 

A Mafy ainda melhor... perdeu apenas 70 gramas quando saímos da maternidade e mesmo lá começou logo a mamar lindamente. Pegava lindamente na mama, mamava bem, esvaziava as mamas em 10 minutos e engordava impecavelmente. Foi com quem cumpri melhor todas as regras da amamentação e que mamou em exclusivo mais tempo, mas apenas até aos 6 meses. Quando começou a comer comida de gente achou que a mama já não era coisa que lhe assistisse.

O Martim foi muito mais difícil para começar a pegar na mama. Era trapalhão a pegar, umas vezes mama das duas mamas, outras só mama de uma. Umas vezes faz três horas outras faz mais e outras menos... ainda andamos aqui muito no limbo e por isso ver que engordou bem também me descansa.

Na maternidade disseram-me: olhe que não desista de dar de mamar a este, lá porque é o quarto filho! E eu: sim, sim! Mas realmente esta coisa da amamentação mexe um bocado comigo. É óbvio que se estiverem bem dar-lhes-ei de mamar, claro! (ainda que goste muito da ideia da liberdade de alguém lhes dar um biberão e eu poder estar no café), mas quando começa a correr mal também me deixa chateada o pensar que não estou a conseguir fazer uma coisa que é suposto ser natural...

Ai... coisas de mãe!




terça-feira, 18 de julho de 2017

Amamentação - diz o pai

Sobre o tema "amamentação" confesso que não tenho muita opinião formada.
De todos os temas sobre "ter um filho", provavelmente este é daqueles em que tenho menos opinião e vou mais "a reboque" das opiniões da minha mulher.
Uma vez que ela própria foi aperfeiçoando a opinião que tinha sobre o assunto, à medida que partilha comigo o que sente, vai-me fazendo sentido.
De um ponto de vista prático acho que:
a) é do senso comum que a amamentação tem os seus benefícios: transmite anticorpos, é prático, está sempre pronto, não tem custos;
b) pode causar: alguma ansiedade nas mães quando não aumenta o peso, podem não se sentir à vontade para amamentar em qualquer lugar, "prende-as" aos filhos, não podendo ficar mais de X horas longe deles;
c) é a desculpa ideal para todos os pais: só a mãe está a dar de mamar. Eu não posso fazer nada!

Assim, aquilo que temos defendido ao longo destes recém-nascidos é que:
a) a mãe tenta sempre dar de mamar. No início, vê como corre, como vai nascendo e até quando é que apetece (à mãe e ao bebé) ser amamentado;
b) dependendo do período em que vão para a escola, vai-se introduzindo sopa, papas, suplementos. Foi diferente com todos e por motivos variáveis. Neste também será assim. O que é importante em todo este processo é que a mãe não sinta esse peso horrível chamado culpa, por deixar de amamentar e, por outro lado, que não queira continuar a amamentar "custe o que custar". Enquanto ambos se sentirem bem, vai-se continuando: uma vez por dia, ou duas, ou três.
c) somos completamente contra aquela teoria do "se eu estou acordada a dar de mamar, tu também ficas acordado a olhar para mim!". Na Margarida - que era a primeira - eu ainda fazia a parte de colocá-la a arrotar, quando ela mamava e eu estava "por ali". Mas com o aumento de filhos isso foi passando. A mãe dá de mamar e eu fico com as outras crianças. Ou a preparar o jantar. Ou a deitá-las. Ou a dormir... Porque de todas as vezes tem existido um acordo tácito (nunca negociado ou se quer conversado) onde quando as mais velhas acordam de noite, sou eu que vou ver o que se passa na esmagadora maioria das vezes. Quando é o bebé, a esmagadora maioria das vezes é a mãe que trata dele.

Para mim, enquanto pai, este é um ponto onde acho que o mais importante é que a mãe se sinta bem!


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Domingo de passeio em família

Com uma família deste tamanho e tendo em conta que o elemento mais novo tem dias, pensar no que vamos fazer em família torna-se uma aventura...

Este domingo foi um dia enorme, mas acabou por ser óptimo...

Primeiro, o mais importante: fomos à missa!

A seguir, e depois de várias voltas por Sintra a tentar estacionar (de facto, a vila está a ficar caótica), fomos passear ao Palácio da Pena. O pai JP contou-nos a história dos reis e das rainhas que lá viveram, quem desenhou o palácio (nota-se que fiquei fascinada?) :)



Depois piquenique junto à Lagoa Azul, sentadinhos no chão, com sandocha e suminho. Um farnel mesmo à séria!



E a seguir praia em Cascais! Duas horinhas a lavar a vista, a sentir a água fria do mar com miúdas cheias de areia, mas onde ainda li um bocado do meu mega livro.

Ficámos cansados mas foi um dia bom!