sábado, 30 de maio de 2015

A minha primeira experiência

a comer sushi...

As comidas cruas nao comi! As cozinhadas com muitas caretas lá entraram.

Fomos ao Nagoya de Oeiras num aniversário. O restaurante é giro, cheio, à pinha mesmo. Porque raio anda agora a maluqueira do sushi?

Bom não faço questão de repetir...

quinta-feira, 28 de maio de 2015

A vida podia ser assim!

Construir castelos à nossa vontade, sem horas, nem tempo.

Aproveitar os dias ja bonitos e transforma-los em dias ainda mais bonitos.

Encher as miudas de mimos e mesmo mais cansados, elas mais implicativas, sentirmo-nos bem!

Tem sido bem bom!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Levanta a cabeça e siga!

Na sexta tive um dia chato...

Para além de estar mais cansada porque não durmo a noite toda seguidinha e das hormonas esfrangalharem tudo, tive duas situações que me deixaram down... triste...

O meu marido que é um amor, tentou animar-me, olhei muitas vezes para as criaturas e pensei muitas vezes que elas sim são importantes e estão comigo e estão bem e isso é o mais importante do mundo.

Ainda assim, a sensação de frustração, de desânimo e apatia acompanhou-me mais horas do que devia...

Depois de mais umas horas de sono, de consciencializar que há coisas das quais não se pode fugir, que temos de viver com as merdices dos outros e que desde que nós estejamos no caminho certo tudo há-de correr como Deus quiser (mesmo que não seja o que nós queremos), levantei a cabeça e continuei!

Nada é impossível, tudo se resolve, cabeça erguida e siga o caminho! :)




sexta-feira, 22 de maio de 2015

Habituava-me a estar assim sem horários!

Com o maridinho em casa a dar miminhos, passear por aí sem horários, comer sem pressa.

Então não me habituava? :)

Mas não dá...

A miúda continua óptima, tipo porquinho para a engorda e mais ou menos sossegada. Um amor!

A mãe recuperada, só falta vestir roupa de gente minúscula outra vez.

De resto, viva o sol e o bom tempo e tudo e tudo!

Diz que hoje é dia da Rita, vamos lá ver que surpresas revela!


segunda-feira, 18 de maio de 2015

Matilde, a mãezinha!

Esta miúda farta-se de brincar às mãezinhas :)

Anda sempre com bébés debaixo do braço, é um amor!

Hoje, passou a tarde nisto:


sábado, 16 de maio de 2015

Mais presentes!

Acabadinhos de chegar pela mãos dos tios e feitos com muito amor pela Bébés e Mimos :)

Lá mimos temos nós... e muitos!


sexta-feira, 15 de maio de 2015

E novidades?

Fomos ontem à pediatra e Mafalda já engordou e bem! :)

Portanto come e dorme e às vezes choraminga para fazer cócó e está óptima!

Hoje recebemos uma encomenda da Cythothera... quando recebi a caixa achei que o kit das células estaminais tinha sido devolvido.

Recebemos um presente, um to be touch. Ainda não experimentámos mas fiquei tão surpreendida com o presente :) 


Dia da Familia

Eis a nossa!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mafalda, a despachada

Ora não bastava a miúda ter-se despachado a sair e conhecer o mundo, em tudo o resto me parece um despacho.

Ainda não consegui perceber bem se o que ela mama é suficiente (só vamos a pediatra hoje e por isso vamos ter noção se engorda bem ou não) mas a mamar é super rápida :)

Esta noite caiu o coto umbilical. Ainda a miúda não tem uma semana já aquilo caiu, era o que ainda restava da minha ligação a ela :P

Despachada a miúda!


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Ainda não tinha partilhado...

Quando ficamos grávidas, parece que à nossa volta existem imensas grávidas :)

Eu conheço umas três que ainda estão e estavam umas três também para antes de mim. Parece que todo o universo conspira para o nascimento de bébés (e ainda bem que bem precisamos e é sempre uma alegria!)

Quando olhamos à nossa volta desejamos sempre que corra tudo bem e connosco, a nossa preocupação - mesmo que lá no fundo, no fundo - é que corra tudo bem. MAS... conheço tantos casos que correm mal que... até me pode acontecer a mim... 

Pois que a educadora da Guigas esperava o B. para um mês depois da nossa Mafalda... Recebemos uma mensagem no dia 1 de maio a dizer que tinha a bolsa a rota e que iria nascer antes... 

Coração nas mãos: bolas! Tão pequenino... ainda faltava bem mais de um mês. 
Nasceu dia 6 de 32 semanas! Com um peso bonzito, está na incubadora mas a recuperar como um forte e um crescido.

Conheço um outro B. que também pregou uma grande partida aos pais. Este B., para mim, é o verdadeiro exemplo de que os milagres acontecem e ainda bem!

Sei que hoje em dia a prematuridade já não é tão assustadora como antes e que quando crescem muitas destas crianças são perfeitamente normais e ninguém sabe que nasceram muito antes do que deviam... Ainda assim, é importante apoiarmos estas mães e pais destes bébés mais ou menos heróis.

O meu coração, de mãe sortuda cujas filhas são de termo que até se deu ao luxo de empurrar duas cá para fora mesmo sem elas quererem, junta-se ao de todos os pais que precisam de um abraço e de alguém que lhes diga que há-de ser tudo como Deus quiser, seja lá o que for que Ele queira!


Quem quiser saber mais sobre prematuridade e ajudar conheça a XXS - Associação Portuguesa de Apoio ao Bébé Prematuro



terça-feira, 12 de maio de 2015

Aprender a ser gente

Estes dias em casa têm sido sossegadinhos...

O pai a dar-nos miminhos, a miúda a aprender a ser gente - come e dorme - e às vezes lá se queixa de uns gases.

Tem sido bom estar em casa, tem sido boa esta aprendizagem de vida!

As manas gostam sempre de ir dizer bom dia, dar beijinhos na testa, pedem para pegar ao colo. Têm muita vontade de chamar à atenção e estão mais implicativas. Nós pais por consequência do cansaço também refilamos (eu especialmente) mas temos tentado ser equilibrados.

Vamos ver como decorre o resto da evolução :)


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Do que me lembro...

Pois que o texto do maridinho sobre o nosso parto é o mais visto de sempre aqui no blog e de facto está brutalmente bem escrito e descreve aquilo que vivemos.

Eu sou uma sortuda, sou mesmo em muitas coisas e sei que sou bem acompanhada... por exemplo uma das provas disso é a minha médica. A minha médica acompanhou as três gravidezes no privado. Nunca me disse onde parir nem para ir para aqui ou para ali, nunca! 

Quando estava grávida da Guigas perguntou onde era o parto eu disse-lhe onde a Dra quiser... Respondeu, comigo só no Amadora-Sintra. Já tinha ouvido dizer muito mal do hospital, histórias horriveis, confesso que não adorei a ideia mas arrisquei.

Na gravidez da Guigas entrei com 3 cm de dilatação, a médica fez-me um toque maluco, comecei a sangrar ela disse que podia levar epidural e eu: sim, sim quero! E pronto... fiquei por ali... sem dores nenhumas, sem dilatar, sem coisa alguma... ao fim de horas na mesma, com ocitocina a entrar na veia e nada de desenvolver segui para cesariana. Pai na rua à espera, eu sozinha lá dentro...

Na gravidez da Matilde pedi à médica para tentarmos que fosse parto normal. Disse-me que sim, que eu merecia. Mentalizei-me que ia sofrer um bocadinho mas que tinha de ser. Cheguei lá, ela fez-me um toque ainda mais maluco do que da primeira vez, comecei logo com contrações mas desta vez não podia levar epidural portanto aguentei. Estava deitada, concentrada, a fazer tudo como devia ser, respirar, empurrar a barriga... A coisa desenvolveu-se, levei epidural, no parto fiz imensa força, não me doeu nada e a sensação da expulsão do bébé foi igual à cesariana. Só não fiz força.

Agora com a Mafalda foi a surpresa! Primeiro porque nunca tinha entrado em trabalho de parto sozinha por isso tinha curiosidade para saber como seria. Depois pela rapidez como tudo se passou. Lembro-me de ter uma contração em casa ainda e de ter dito ao JP que não sabia como havia pessoas que não queriam anestesia. Quando a enfermeira disse que já não dava o meu desejo foi que fosse rápido... mas já estava a ser, né?
A diferença brutal é que sem anestesia eu sei perfeitamente quando é que é para fazer força e isso ajuda, sem duvida. Eu senti que a força que fiz era mais contínua e portanto ajudou muito na expulsão, mas estava tão concentrada em expulsar aquela dor que acho que não senti a sensação de alivio que senti nas outras. Só senti que a dor parou portanto já estava!

A minha médica teve sempre participação :) nas três de maneira diferente, na da Mafalda foi através de sms...

O engraçado mesmo é que foram os três partos completamente diferentes, únicos mesmo. O que mudava? A presença do pai na cesariana.

Subscrevo TODAS as palavrinhas da Sónia neste post e peço que assinem a petição. 




sábado, 9 de maio de 2015

Já estamos em casa!

Finalmente, a familia numerosa em casa!

Mafaldinha está óptima, só perdeu 100 gramas, mama bem, come e dorme. Ligeira dificuldade a fazer cócó (como a mãezinha dela)

As manas estão loucas, histéricas (não se esqueçam de não perguntar só pela Mafalda... coitadinhas bem precisam de continuar a ser mimadas) têm sido amorosas!

O pai continua a ser o nosso herói: atura estas mulheres todas, mima-nos, ajuda-me, o nosso tudo!

Eu, estou bem... algumas dores, a chegar a subida do leite, cansada mas contente!

Muito obrigada mais uma vez pelas mensagens e pelo carinho!


sexta-feira, 8 de maio de 2015

Na "segunda" pessoa...


Pedi à "mãe" se me autorizava a escrever a minha visão do parto. Assim, no seguimento do título do post da mãe, surge o meu.
Porque realmente acredito que, muitas vezes, o papel do pai nem é considerado como secundário, é mesmo considerado insignificante, é relegado para outro plano e acho que é importante que, sem de modo algum menosprezar todo o papel da mulher, dar a conhecer o que sente um pai (eu!), durante uma noite com esta (e aí vão 3!).

No outro dia ao apagar mensagens antigas no telemóvel, vi uma mensagem que mandei a um amigo nosso, cujo trabalho de parto da mulher se estava a prolongar por horas infindáveis... Na altura, senti necessidade de lhe dizer, de pai para futuro pai, de marido para marido, que compreendia a frustração dele, o querer ajudar e não poder fazer nada, a impotência que ele devia estar a sentir... E que a única ajuda que ele podia dar era estar ali, junto dela. Nós, homens, temos esta mania de ter que ser fortes, dominar a situação, e não poder mostrar essas nossas fragilidades.
A isto junta-se o facto de, muitas vezes, existir o preconceito de achar que o Homem é o gabarolas mas que na hora da verdade não era capaz de aguentar o sofrimento...
Eu digo: não sei o que são as dores de parto, mas naquele momento em que vejo - impotentemente - a minha mulher, que tanto amo, a sofrer, trocaria de lugar com ela - tal como uma mãe trocaria de lugar com um filho quando o vê em sofrimento - para ser eu a sofrer.

O papel do Pai é ingrato!
Ontem, estávamos em casa, a contar contracções. Umas mais fortes, outras mais lentas. Às vezes ela fazia: ai, ai, ai! E eu perguntava o que foi? É para irmos já para o hospital?
- Não, era só esta que era um bocadinho mais forte.
E ali ficamos sem saber como ajudar...

Depois decidimos arrancar. Chegar. Estacionar. Amparar. Dominar uma situação que não podemos dominar: porque não a conhecemos.
E esperar. Esperar na incerteza de não saber o que se passa no outro lado das portas por onde as nossas mulheres entraram.
As mães não conhecem o mundo da sala de espera. De pais mais ou menos nervosos. De pais que precisam de apoio ou de pais que querem ficar sozinhos. O mundo da espera desesperante.

Ontem, quando a Ritita veio ter comigo e disse que tinha 6 dedos de dilatação (e porque o facto de ter 3 filhos tem que servir para alguma coisa:)) perguntei-lhe: mas ainda vais ter epidural?
E ela: Sim, sim.
Sentei-me: sem a contrariar (porque não se pode contrariar uma grávida com 6 dedos de dilatação:P), mas convencido de que o anestesista não chegava a tempo. Quando acabou a série violenta que estava a dar na TV da sala de espera àquela hora, fui ter com a rececionista e disse: 
- Ainda não me chamaram para entrar. É porque a minha mulher já está a receber a epidural? É porque eu costumo entrar e sair no momento da epidural...
Ela lá deve ter percebido que eu dominava um bocadinho mais a situação (já era repetente...) e disse:
- Não. Ainda não. Mas então vou passar a pô-lo a par da situação.
Mas nisto passa uma enfermeira atrás e diz: é o acompanhante da Rita? Ah pode entrar já. É porque ela já não vai levar epidural (inevitavelmente pensei: claro, eu sabia!). Mas só disse: ah, não? Pois então tenho mesmo que entrar já! Alguém vai ter que a acalmar...

Os segundos em que vesti a bata, guardei os meus pertences no cacifo, desinfetei as mãos e caminhei até ao bloco de partos ("avance diretamente até ao bloco de partos, sem passar nas casas da dilatação") foram os segundos em que me mentalizei para o cenário de "desorientação" que ia encontrar e como ia ter que tomar o controlo da situação. 

Cheguei ao bloco e ela diz-me, de olhos arregalados: já sabes que não vou ter epidural?
- Sei. Mas é assim. Todos são diferentes e se há centenas (milhares?) de mulheres que conseguem tu também vais conseguir!
Os minutos que se seguiram foram (e são!) uma busca incessante do equilíbrio entre ter umas piadas com as enfermeiras (para cairmos nas boas graças delas. Ontem até lhes disse: digam-me o que fazer, que eu não sou dos pais que desmaiam!), piadas para a mãe para aligeirar o momento ("eu sabia que devia ter trazido o martelo para a anestesia"), ser prático e útil ("onde é que posso ir molhar as compressas que a minha mulher está a pedir"), verificar que tudo está a correr bem, principalmente quando a enfermeira diz a meio do trabalho de parto ("oops, devia ter feito uma episiotomia") e dominar a situação como nos compete ("tu és capaz", "faz força agora", "já vejo mesmo a cabeça"). 
Isto claro sem nunca largar a mão. 
Mas sem apertar demasiado, porque magoa.
Mas sem afrouxar demasiado, para perceber que tem que fazer força.
Em equilíbrio. Em domínio da situação. :)
É igual aos filmes... Mas com a nossa mulher! É ela que tem suor a escorrer. É ela que faz força até parecer que as veias vão saltar. É ela que olha para nós a querer dizer: "faz qualquer coisa. Puxa esta criança. Tira-a de dentro de mim!!" E esta criança que nasce e chora (que queremos que chore!) é o nosso filho! Esta criança que demora 2 minutos a sair mas que a nós nos parecem horas. 
Compete-nos ver se nasce bem. Compete-nos ver se a mãe ficou bem. Compete-nos ver se a enfermeira a costura bem. 
Compete-nos continuar a dominar a situação: ver se estão a pôr a etiqueta certa. Se dão atenção à nossa mulher. Se cuidam bem do nosso filho.
Ah! sem largar a mão!



Ser pai, nesta noite é como ser um encenador. Fica nos bastidores. Ouve os aplausos, rejubila por dentro porque contribuiu para o espectáculo. Mas sabe que não representou...
O seu papel é na sombra!

Sempre foi meu propósito de vida que, qualquer que seja o nosso papel (na vida, no trabalho, numa peça) devemos assumi-lo por inteiro, como se fosse o de protagonista.
No que me diz respeito, adoro ter este papel!! E é muito melhor quando o papel de atriz principal é desempenhado por uma pessoa que tanto admiro! E que sei que mesmo que lhe mudem as falas, acabará sempre por brilhar e por ter a plateia a aplaudir... de pé!

O Pai

Na primeira pessoa

Nunca achei que fosse ontem...

Durante o dia tive umas dorzitas, nada de especial, tive um stress com um cliente mas estava bem.

Trabalhei ate as 19h30, fui jantar só eu e o pai, era dia 7... Durante o jantar algum desconforto, nada de especial.

Fomos dar uma voltinha à vila de sintra e começaram as contrações. De longe em longe, com pouco ritmo mas a doer.

Fomos pra casa. Deitar as miudas ja foi com alguma dor... E ja decidida que teriamos de ir ao hospital.

Aguardamos que chegasse a avó para ficar com as miudas e as 00:40 dava entrada na triagem. Agora com contraçoes ja muito ritmadas e dolorosas.

Primeiro toque: sim em trabalho de parto, 6 cm de dilatação, quer epidural?

6??? Ja??? Quero!!!

Entre despir roupa, andar para a frente e para tras e fica aqui, fica ali, fui para a sala de partos, faz toque e: ja não dá tempo para epidural!

Nao dá, como nao da? Chamem la o meu marido que eu preciso dele aqui.

Chamaram-no! Um heroi que me acalmou como pôde, coitado...

De repente uma vontade brutal de fazer força. Chamem a enfermeira parteira, teve de ser ela a romper a bolsa porque a dilatação era total e siga... Faça força! Ja lhe vejo a cabeça, a força não é na garganta, mais um bocadinho e ja a vi, ja nasceu!

Ja senti, respondi eu...

As 1:50 da manha, com 2.7 kg a Mafalda inundava as nossas vidas de amor e de vida!

Foi rapida, decidida e energica tal como desejo que seja na vida. No hospital estamos a ser muito bem tratadas, temos um quarto só para nós... Deve ser por ser a terceira ja somo tratadas como no hotel.

Agradecemos todo o carinho, mensagens, comentários, chamadas e mimos. Vamos continuar a precisar!

Não há 1 sem 2, nem 2 sem... 3!!


O Pai orgulha-se de informar que já nasceu a mais pequena princesa desta casa!
Com 2,700kg e cheia de pressa a tentar cumprir a dita "hora pequenina" que se deseja às mães, nasceu, à 1h50, a princesa Mafalda.

Brevemente ser-vos-á apresentada :)

E é deste modo que o Pai continua a sua missão de ser terrivelmente mimado por uma casa cheia de meninas!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

ESTÁ GRÁVIDA DE 38 SEMANAS – JÁ SÓ FALTAM 14 DIAS!

Mãozinhas que estão prontas para agarrar os seus dedos.
O bebé engordou imenso. Pesa agora provavelmente entre 2,7 e 3,4 kg e mede entre 48 e 51 centímetros. Já agarra firmemente, sensação que a mãe não tardará a sentir quando a mãozinha se agarrar finalmente ao seu dedo mindinho! Os órgãos estão totalmente desenvolvidos e nas respectivas posições, mas os pulmões e o cérebro – embora suficientemente desenvolvidos para funcionarem correctamente – continuarão a amadurecer, e continuarão durante a infância.
Tenta imaginar a cor dos olhos do bebé? É possível que não consiga distinguir logo. Se nascer com olhos castanhos, o mais provável é que assim se mantenham. Se à nascença os olhos forem cinzentos ou azuis escuros, poderão manter-se cinzentos ou azuis ou então passar a verdes, castanhos claros ou castanhos escuros quando tiver cerca de 9 meses de idade. Isto acontece porque a íris da criança (a parte colorida do olho) pode adquirir mais pigmento nos meses após o nascimento, mas não fica mais clara nem mais azul. (Os olhos verdes, castanhos claros e castanhos escuros possuem mais pigmento do que os olhos cinzentos ou azuis.)

Lembram-se da história do seguro de saúde?

Está algures num post aí para baixo mas agora não consigo localizá-lo.

Ora após muita gente me ter dito que não podia ser, que não podia ter carência novamente lá voltei a insistir nessa questão e depois de ter reunido as condições particulares do meu seguro anterior, mas há quanto tempo estava em vigor, mais a ultima vez que tinha pago e o e-mail com a rescisão, deram-me razão.

E sim senhor, não tem de ter carência...

Entretanto já tinha feito não sei quantas despesas, entre análises, ecografias, consultas das miúdas que ficaram doentes ao mesmo tempo e o diabo a sete, o mês passado foi para esquecer em termos de despesas.

Tive de mandar para lá um pedido de reembolso de tudo o que havia sido pago indevidamente, incluindo o receituário no caso das análises e da ecografia. Devolveram-me 160 €... vejam lá as despesas que não fiz...

Não se deixem enganar por essas seguradora filhas da mãe. Ainda bem que se resolveu tudo :)

terça-feira, 5 de maio de 2015

Pedidos

Esqueçam os bodies! Com o tempo a continuar assim a miúda vai ter de vestir a roupa de inverno das irmãs

Há duas coisinhas que podem oferecer:

- uma daquelas molduras que se coloca a foto em cada mês, até aos 12 meses;



- uma daquelas caixinhas-tesouro onde colocam os recuerdos da criança (primeira roupa, a pulseira, bla bla) da tuc tuc (para ser igual a das irmãs)



Pode ser?

Boa!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Mafaldinha, o que era importante já está...

... quando quiseres podes nascer!

Faltava uma coisinha, que era participar na atividade do dia da mãe da escola. (bom ainda falta trabalho, mas isso alguém pode fazer por mim)

Hoje de manhã, lá fomos nós! A Guigas escolheu primeiro ir à sala da mana e depois à dela. Pintámos uma flor, as três juntas... tirámos uma foto e depois na sala da Guigas abrimos o presente e lanchámos.

Renovei os porta-chaves (ainda bem que há muitas chaves a uso para podermos trocá-los) e a mensagem mais bonita da Margarida que sabe o que é essencial: ser feliz!





Ontem ainda recebi uma flor e um desenho da Martisses :) coisa boa!

domingo, 3 de maio de 2015

Primeiro dia da mae

Estava na Terra Santa...

Recebi uma Nossa Sra que me acompanha.

Tinha a Margarida na barriga e foi há 5 anos. Hoje, tenho a Mafalda na barriga que pode nascer quando quiser.

Tenho a Margarida e a Matilde armadas em pestes a destruir a sala e percebo que ser mãe não é nada do outro mundo.

É acolher um Dom que Deus nos dá e confiar. Às vezes nem sei como estou à altura...

Conheço mães que têm passado por muito... Rezo por todas!

Conheço

Na quinta-feira foi isto!

Dia de ctg...

À parte da miúda estar a dormir, não tinha saudades nenhumas disto...

Tive umas contrações e tal mas ainda me dá jeito ir trabalhar esta semana, portanto, aguardemos...